“Esta posição reflete o valor que a sociedade dá à autonomia no que toca ao tratamento médico e o direito há muito estabelecido de um paciente poder escolher se quer aceitar, ou não, um tratamento médico. O tribunal só deve intervir se considerar que o paciente não tem as faculdades mentais para decidir se os aceita ou não”.


The Guardian

“'C 'é uma pessoa a quem o epíteto ‘convencional’ nunca vai ser aplicado… teve uma vida caracterizada pela impulsividade e decisões egocêntricas, sem culpa ou remorso. Foi, por vezes, uma mãe indiferente para as três filhas que sempre a ajudaram. O consumo de álcool tem sido excessivo e, às vezes, fora do controlo… especialmente numa altura em que 'C' pôs uma importância significativa na juventude e na beleza, [ou] nas palavras da 'C', no ‘brilho’”.




The Guardian

“Ela disse que a coisa mais importante na sua vida era o glamour com que vivia. Ela continua a dizer que não quer viver sem o seu brilho e pensa que já o perdeu”, afirmou, acrescentando que a família vai ficar devastada se a mãe morrer. “Pensamos que é uma decisão horrível. Não gostamos nem um bocadinho desta decisão. Mas não consigo ultrapassar o facto de ela o saber”.