A pesquisa foca-se nas reservas aéreas, já que estas constituem a maioria da utilização das SBTs (53%), sendo que os resultados baseiam-se no total de reservas realmente efectuadas.

O estudo investigou o nível de utilização das SBTs em 424 empresas de todo o mundo, muitas das quais são membros da ACTE (Association of Corporate Travel Executive), e revelou que vários factores influenciam a utilização de SBTs, incluindo a estrutura da empresa, o sector de actividade e o tamanho da empresa. O factor geográfico não tem um papel muito importante, com apenas 7% de flutuação entre a Europa, EUA, Ásia-Pacífico e as outras partes do mundo.

Keith Mason, do Business Travel Research Centre da Cranfield University explicou que «mudar para uma cultura de self-booking tem sido, e ainda é, uma longa viagem para muitas empresas apesar dos significativos benefícios em termos de custos que podem ser conseguidos logo no primeiro ano de utilização. Dados estes ganhos potenciais, é de salientar que 38% das empresas no nosso estudo ainda não defendem uma política de viagens que recomende a reserva online».