Armando Evangelista: «Não vejo motivos para alarme ou preocupações»

Redação Maisfutebol

Treinador do Arouca considera que sinais transmitidos pela equipa são positivos, apesar dos resultados

O Arouca soma sete jogos sem ganhar, seis deles para a Liga, mas Armando Evangelista, técnico dos arouquenses, nega haver motivos para alarme.

«Temos mostrado mostrado consistência defensiva, temos mostrado evolução no processo de jogo. Construímos um plantel devagarinho e há muito pouco tempo acabámos por ter um plantel fechado e com algumas lacunas. Estamos a fazer o nosso trajeto. Não vejo motivos nem para alarme, nem para preocupações, quando os sinais que a equipa está a dar - para aqueles que olham para o jogo com olhos de ver - são evidentes», disse na antevisão ao jogo com o Tondela para a 10.ª jornada da Liga.

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Evangelista deixou elogios à equipa orientada por Pako Ayestarán, referindo ter ideias «bem assimilidades». «É uma equipa muito forte em transições, tem dois jogadores muito rápidos que sabem ocupar bem os espaços, o [Jhon] Murilo e o [Salvador] Agra. Nós gostamos de ter bola, por isso é importante a agressividade após a perda de bola para não deixar o Tondela sair em transições e nunca desfazer o equilíbrio defensivo. Porque uma vez que se desfaça, pode ser a morte do artista», anteviu.

Ainda que não vença desde agosto, Armando Evangelista considerou que os arouquenses fizeram no passado fim de semana, contra o Paços de Ferreira (0-0), um dos melhores jogos da época e identificou o espírito que todos precisam de ter para darem a volta à situação. «Por vezes só precisam de olhar para o processo, sentirem-se valorizados e não serem inferiores a ninguém. Isso demonstra a capacidade enquanto seres humanos de não baixarem os braços. É incutido pela administração e equipa técnica, estamos num clube de trabalho e não num clube de estrelas e tem que ser pelo trabalho que levamos a água a bom porto, só assim conseguimos», apontou.

E acrescentou, encontrando pontos de contacto entre o início desta e da época anterior, então na II Liga. «Este ano o fator comum é que acabámos de subir à Liga e transportámos jogadores que estavam no Campeonato de Portugal, passaram para a II Liga e estão na Liga. Há momentos do jogo em que têm de ter mais autoconfiança. Têm de acreditar no que estão a fazer, deixar de ter medo e querer ganhar mais vezes. É um processo de descoberta e as indicações que têm dado, mostram as coisas estão a entrar nos parâmetros do que pretendemos”, rematou.

Para o jogo desta sexta-feira (20h15), o Arouca não poderá contar com Fernando Castro, Sema Velázquez e Yaw Moses, todos lesionados.

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