Últimas Covid-19

Todas as notícias sobre a pandemia que já matou mais de dois milhões de pessoas em todo o mundo
22 Fevereiro 2021
12 mar 2020, 12:51

Alojamento Local está a "colapsar"

O presidente da Associação do Alojamento Local em Portugal (ALEP) admitiu hoje que aquele setor hoteleiro está a “colapsar” devido aos cancelamentos diários e paralisação de reservas até junho, avisando que a sobrevivência depende de uma microlinha de crédito.

“A situação tem-se degradado de uma forma exponencial. Quase impensável. Nós fizemos o levantamento há um ou dois dias e a situação já é de crise e de sobrevivência neste momento”, declarou Eduardo Miranda, presidente da ALEP, em entrevista telefónica à Lusa sobre o impacto do surto de Covid-19.

Segundo Eduardo Miranda, todos os alojamentos locais em Portugal estão a atravessar um “cenário completamente drástico” com a previsão de “faturação quase nula nos próximos meses”.

“As novas reservas paralisaram e isso já invade o mês de maio, a entrar em junho. Praticamente só lidamos com cancelamentos, ou seja, não fazemos novas reservas e está a haver um número de cancelamentos diários”, descreveu, acrescentando que a crise acontece na pior época possível em termos de atividade, por ser inverno e época baixa.

A solução para o Alojamento Local (AL) passa por o Governo criar uma “linha de microcrédito”, permitindo aos empresários em nome individual que possam aceder, mesmo que seja com valores inferiores aos apoios das linhas tradicionais, mas com “procedimento facilitado”.

Sendo o setor feito, essencialmente, por empresários em nome individual (75%) e com microempresas, o setor não consegue resistir a um golpe destes, admitiu Eduardo Miranda.

“Estamos numa situação de risco de sobrevivência de muitos operadores, o que gera um colapso de uma parte significativa do turismo”, disse, reiterando que só é ultrapassável se houver um “apoio a curto prazo”.



AO MINUTO

00:12

Brasil bate novo recorde de mortes após somar 1.641 óbitos em 24 horas

O Brasil registou hoje o seu maior número de mortes diárias desde o início da pandemia, após ter contabilizado 1.641 óbitos devido à covid-19 nas últimas 24 horas, informou o Ministério da Saúde brasileiro.

Os números registados entre segunda-feira e hoje superam o recorde alcançado em 29 de julho, quando o país sul-americano somou 1.595 óbitos num único dia e a primeira vaga da pandemia estava no auge.

Neste momento, em que o Brasil assiste a uma segunda vaga da covid-19, e consequente colapso das suas redes de saúde públicas e privadas, o país totaliza 257.361 vítimas mortais, de acordo com o último boletim epidemiológicos difundido pela tutela da Saúde.

Já em relação ao número de infeções, a nação sul-americana, uma das mais afetadas no mundo pela pandemia, registou 59.925 diagnósticos positivos em 24 horas, elevando o total para 10.646.926 casos.

A taxa de letalidade da doença em território brasileiro está fixada em 2,4% e a taxa de incidência é agora de 122,5 mortes e 5.066 casos por 100 mil habitantes.

Geograficamente, São Paulo continua a ser o foco da pandemia no país, totalizando 2.054.867 casos de infeção, sendo seguido por Minas Gerais (887.080), Bahia (689.454) e Santa Catarina (681.391).

Por outro lado, as unidades federativas que concentram o maior número de óbitos são São Paulo (60.014), Rio de Janeiro (33.176), Minas Gerais (18.645) e Rio Grande do Sul (12.654).

Face ao número de recuperados da doença, o total ascende a 9.527.173 em território brasileiro.

Esses números confirmam a nação sul-americana, com os seus 212 milhões de habitantes, como um dos focos globais da covid-19 e como o segundo país com mais mortes pela doença no mundo, superado apenas pelos Estados Unidos, e como o terceiro com mais infeções, atrás do país norte-americano e da Índia.

O Brasil, que enfrenta ainda uma nova estirpe mais agressiva do coronavírus, detetada no Estado do Amazonas (P.1) e que estudos indicam ser mais contagiosa, vê agora a taxa de ocupação das unidades de terapia intensiva do sistema público de saúde a ultrapassar os 80% em 18 das suas 27 unidades federativas, e cada vez mais jovens a serem gravemente afetados pela doença.

Num momento em que o Brasil aposta na sua campanha nacional de imunização, iniciada em meados de janeiro, para controlar a segunda vaga da pandemia que atinge o país, o Senado do país aprovou hoje a medida provisória que dá uma prazo de sete dias úteis para que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa, órgão regulador) decida sobre a aprovação temporária de vacinas contra a Covid-19.

O texto, que segue agora para avaliação do Presidente, Jair Bolsonaro, determina que esse prazo vigorará caso o imunizante tenha recebido o aval de, pelo menos, uma entre 11 autoridades reguladores estrangeiras e pode ser estendido para até 30 dias caso faltem informações sobre a fórmula.

Com pouco mais de 3% da sua população vacinada, o Brasil enfrenta vários entraves no processo de imunização, como a escassez de vacinas e dificuldades nas negociações para aquisição de novas doses.

22:57
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Impacto da covid-19 no turismo: “Dizer que não foi um bom ano é uma forma suave”

Cristina Siza Vieira, diretora executiva da Associação Hotelaria de Portugal, analisou o impacto da covid-19 e do fecho das fronteiras no turismo português, na TVI24.

Há 1h e 41min
22:34
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Fernando Medina: o desconfinamento deve ser "gradual, prudente e com mais apoios à economia"

Faz esta terça-feira precisamente um ano desde que foram identificados os primeiros dois casos de covid-19 em Portugal.

Fernando Medina, no seu espaço de comentário semanal na TVI24, considerou que o ocidente estava “totalmente impreparado” para combater uma pandemia. Quer ao nível social, económico, psicológico ou dos serviços.

Afirmou que o país “fez coisas notáveis na capacidade de lidar” e que o Serviço Nacional de Saúde provou ser um “setor de excelência”, bem como as forças armadas. Porém, relembrou que é preciso melhorar os serviços público e que isso implica mais investimento.

O Presidente da Câmara de Lisboa acredita que a capacidade de medicina intensiva se vai manter mesmo com o fim da pandemia.

“A capacidade de medicina intensiva vai ficar”.

Sobre um eventual desconfinamento, Medina lembra que mais importante que isso é “fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para evitar qualquer risco” e deixa algumas recomendações.

“Um desconfinamento progressivo, gradual, prudente e do outro lado da balança, mais apoios à economia e ao setor económico, porque do outro lado do desconfinamento tem de haver apoio às atividades que estão fechadas. Uma coisa não funciona sem a outra”.

Há 2h e 0min
20:43
20:27

Madeira com 61 novos casos

A Madeira registou nas últimas 24 horas 61 novos casos de covid-19, todos de transmissão local, e mais 121 recuperações, revelou hoje a Direção Regional da Saúde (DRS).

Segundo a DRS, a região tem um acumulado, desde 16 de março de 2020, de 7.337 infeções, 6.151 recuperados e 64 óbitos associados à doença.

A DRS adianta serem 1.122 os casos ativos, dos quais 23 são casos importados, e 1.099 de transmissão local, dos quais 48 pessoas encontram-se hospitalizadas no Hospital Dr. Nélio Mendonça (42 pessoas em Unidades Polivalentes e seis na Unidade de Cuidados Intensivos dedicada à covid-19) e 16 cumprem isolamento numa unidade hoteleira dedicada, permanecendo as restantes em alojamento próprio.

Em comunicado, a DRS sublinhou que os dados da Direção-Geral da Saúde (DGS) divulgados hoje, no relatório da situação epidemiológica em Portugal, referentes à região "não estão de acordo com a contagem diária feita na Região Autónoma da Madeira". No relatório de hoje, a DGS indicou que na Madeira foram registados 140 novos casos e que a região autónoma contabiliza um total acumulado de 6.614 infeções e 61 mortes devido à covid-19.

19:37
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Covid-19: “Temo que as pessoas se esqueçam aquilo que passaram e voltem à estaca zero”

Paulo Martins, diretor de medicina intensiva do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra, esteve em direto na TVI24, no dia em que Portugal assinala um ano desde que os primeiros casos de covid-19 foram detetados no país.

Ontem às 19:24
19:37
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Covid-19: “Se desconfinarmos hoje podemos ter uma quarta vaga”

Henrique Oliveira, matemático e professor dos Instituto Superior Técnico, esteve em direto na TVI24, no dia em que Portugal assinala um ano desde que os primeiros casos de covid-19 foram detetados no país.

Ontem às 19:36
18:39

Itália regista 17.083 novos casos e 343 mortes nas últimas 24 horas

A Itália registou 17.083 novos casos de covid-19 e 343 mortes nas últimas 24 horas, segundo o Ministério da Saúde, no dia em que a Sociedade de Virologia Italiana anunciou ter isolado em Brescia a variante descoberta na Nigéria.

Este número representa um forte aumento em comparação com os 13.000 contágios de segunda-feira, embora mais testes tenham sido realizados, com 335.983 hoje perante os quase 170.000 do dia anterior.

Em todo o país, 2.995.434 já foram infetadas e 98.288 pessoas morreram desde o início da emergência sanitária, há um ano.

Dos 389.433 atualmente positivos, 21.897 estão hospitalizados (mais 496 do que na segunda-feira), dos quais 2.237 estão internados em Unidades de Cuidados Intensivos (mais 38).

Em relação à campanha de vacinação, o número de doses inoculadas até ao momento é de 4.434.131, enquanto 1.424.677 pessoas já receberam a segunda dose.

Hoje, o presidente da Sociedade de Virologia Italiana, Arnaldo Caruso, informou que a variante descoberta na Nigéria do SARS-CoV-2 foi isolada pela primeira vez em Brescia.

“Pela primeira vez em Itália, isolamos um vírus que carrega uma das mutações que preocupam porque poderia conferir resistência às vacinas contra a covid-19 já disponíveis”, apontou.

As regiões italianas continuam a ser classificadas em cores – do branco ao vermelho – dependendo do risco que representam.

18:32
18:15

Espanha regista 192 mortes e corrige o número total de casos

A Espanha registou mais 192 mortes nas últimas 24 horas atribuídas à covid-19, passando o total de óbitos para 69.801, tendo ainda corrigido o total de contágios para 3.130.184, segundo números divulgados pelo Ministério da Saúde espanhol.

As autoridades sanitárias nacionais incluíram nos números diários uma correção feita pela comunidade autónoma da Catalunha que eliminou mais de 78.000 casos de covid-19 duplicados desde o início da pandemia.

O nível de incidência acumulada (contágios) em Espanha continua a descer, tendo passado de segunda para terça-feira de 176 para 168 casos diagnosticados por 100.000 habitantes nos 14 dias anteriores.

As regiões com os níveis mais elevados são as de Madrid (273), País Basco (226), Catalunha (203), Astúrias (202), Aragão (191), Castela e Leão (165) e Andaluzia (163).

Nas últimas 24 horas deram entrada nos hospitais em todo o país 909 pessoas com a doença (764 na segunda-feira), das quais 194 na Catalunha, 193 em Madrid e 116 na Andaluzia.

Por outro lado, baixou para 11.246 o número de pessoas hospitalizadas com a covid-19 (11.754), o que corresponde a 9% das camas, das quais 2.796 pacientes em unidades de cuidados intensivos (2.923), 27% das camas desse serviço.

Governo central e comunidades autónomas, que em Espanha têm autonomia na área da saúde, estão a trabalhar na redação de um documento de ações comuns para evitar a quarta vaga da pandemia, a pensar principalmente na estratégia que deve ser seguida durante a Páscoa.

O Ministério da Saúde defende prolongar durante a Semana Santa algumas das restrições em vigor, tais como a manutenção das cercas comunitárias ao nível das comunidades autónomas em março e abril, assim como outras restrições para impedir a mobilidade dos cidadãos.

Governo central e regiões querem alcançar o objetivo de reduzir a incidência acumulada dos últimos 15 dias para um valor abaixo dos 50 casos.

18:04

Resolvido surto em lar residência da Cerciestremoz

O surto de covid-19 no lar residência da Cerciestremoz, em Estremoz (Évora), que infetou 17 pessoas, entre utentes e funcionárias, foi considerado resolvido, disse hoje à agência Lusa o presidente da direção, Joaquim Cardoso.

Segundo o responsável, o novo coronavírus SARS-CoV-2, que provoca a doença covid-19, infetou 13 dos 14 utentes que estão na residência (só um teve resultado negativo) e quatro funcionárias.

"Há apenas uma utente e uma funcionária que fizeram testes com resultados inconclusivos e não houve nenhuma situação grave", adiantou o presidente da Cerciestremoz - Cooperativa para a Educação e Reabilitação de Cidadãos Inadaptados.

Joaquim Cardoso explicou que os utentes foram transferidos do lar residência para a sede da instituição, na Quinta de Santo Antão, também em Estremoz, onde foi montado um "hospital de campanha", para se fazer "uma desinfeção nas instalações" habituais dos residentes.

"Os utentes regressam durante a tarde de hoje ao lar residência", realçou.

A Cerciestremoz contou com o apoio de uma brigada de intervenção rápida enviada pela Segurança Social.

Os primeiros casos na instituição foram detetados no dia 03 de fevereiro, quando foram testadas as funcionárias e quatro delas tiveram resultado positivo para o SARS-CoV-2.

No seguimento, foram testados os utentes da residência, acrescentou.

17:56

Grécia regista o maior número de infeções diárias desde novembro

A Grécia registou hoje um forte aumento dos casos de covid-19 com 2.353 novos contágios, o maior número de infeções desde 22 de novembro e atribuído sobretudo pelos especialistas à propagação da variante britânica.

Os dados publicados hoje pela Organização Nacional de Saúde Pública indicam que o número total de casos na Grécia desde o início da pandemia há um ano ascende a 194.582, com 6.577 mortos, incluindo 23 óbitos das últimas 24 horas.

O maior número de contágios regista-se desde há várias semanas na Ática, onde se situa a capital Atenas, apesar de nesta região permanecer em vigor um confinamento mais estrito face ao cenário nacional, com um encerramento total do comércio e as escolas e um recolher obrigatório mais duro nos fins de semana em comparação com o restante território.

No decurso de uma vista que hoje efetuou a um hospital de Atenas, o primeiro-ministro, Kyriakos Mitsotakis, atribuiu o forte aumento das infeções à virulência das novas estirpes que se estão a propagar com rapidez, apesar das medidas restritivas.

“As coisas estariam muito pior” caso não fosse decretado há várias semanas o encerramento total da atividade comercial na região da Ática, susteve Mitsotakis, que se deparou com uma situação asfixiante nos hospitais da capital, onde a ocupação das unidades de cuidados intensivos ronda os 100%.

O primeiro-ministro sublinhou que até ser assegurado “um muro de imunidade através da campanha de vacinação” não será possível reduzir o atual conjunto de medidas restritivas.

De acordo com o líder conservador, a população não tem demonstrado renitência face à vacinação, e a campanha prossegue de forma satisfatória.

17:48

200 médicos fora do SNS começaram hoje a ser vacinados no Algarve

Cerca de 200 médicos que exercem a sua atividade fora do Serviço Nacional de Saúde (SNS) começaram hoje a ser vacinados no Algarve, num processo de deve demorar dois dias.

A ação acontece em “simultâneo em Faro e Portimão”, como resultado de um “pedido e em colaboração” com a Ordem dos Médicos (OM) - responsável por “elaborar as listas” - e o Centro Hospitalar e Universitário do Algarve (CHUA), revelou hoje a presidente da administração.

“Hoje faremos aos médicos que têm mais de 65 anos e amanhã [quarta-feira] aos restantes, por serem vacinas diferentes, hoje com vacinas da Pfizer e amanhã da AstraZeneca”, afirmou Ana Castro.

São “cerca de 200” entre Faro e Portimão e que exercem a sua atividade fora do SNS e “por isso estão a ser vacinados dentro deste projeto” já que “os do SNS já foram vacinados dentro das prioridades que tinham”, realçou a responsável, que falava aos jornalistas, no Hospital de Faro, à margem da ação de vacinação.

Para o bastonário da OM, Miguel Guimarães, presente na ação, este “é um passo importante”, que teve início “este fim de semana no Porto”, realçando que é necessário ter “todas as pessoas preparadas” para “defender todos os doentes”.

“De cada vez que estamos a vacinar um médico, estamos a proteger muitos doentes, todos os que o médico vai contactar no dia-a-dia”, realçou.

O bastonário disse ainda que a Ordem manifestou a preocupação pela não vacinação dos profissionais que contactam como os doentes “fora do SNS”, num desafio que foi “aceite pelo novo coordenador da ’task force’”, o qual pediu à ordem para elaborar as listas dos médicos a vacinar.

17:31
17:25
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Rui Rio: “Há uma preocupação em aplicar o grosso dos fundos [europeus] na Administração Pública”

O PSD considera que o programa de recuperação e resiliência do Governo está desequilibrado.

Rui Rio evidencia que existe um desequilíbrio demasiado significativo entre a aplicação de fundos no setor público e privado.

Ontem às 17:23
17:25
VÍDEO

Groundforce: “Uma empresa que está dinheiro e um conflito entre Governo e privados”

Pedro Santos Guerreiro, Filipe Santos Costa e Anabela Neves analisaram a atual situação financeira da Groundforce, na TVI24, no programa “Os Qu4tro”.

Pedro Santos Guerreiro considera que da incapacidade para pagar os salários de fevereiro aos trabalhadores se podem retirar duas conclusões: há mais uma empresa em Portugal sem dinheiro e um novo conflito entre o Governo e o setor privado.

Ontem às 17:17
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