Últimas Covid-19

Todas as notícias sobre a pandemia que já matou mais de dois milhões de pessoas em todo o mundo
04 Janeiro 2021
5 jun 2020, 16:38

Associação do Alojamento Local considera "justa" isenção do pagamento por conta

A Associação do Alojamento Local em Portugal (ALEP) considerou hoje “justa” a decisão do Governo de isentar o setor do pagamento por conta do IRC, mas defendeu a necessidade de se “ir mais além” nos apoios.

Acho que era algo justo e essencial, sobretudo num ano que vai ser muito difícil para o setor. Não fazia sentido ter de proceder ao seu pagamento, existindo apenas prejuízo”, sublinhou o presidente da ALEP, Eduardo Miranda.

A isenção até 100% do pagamento por conta do IRC para os setores do alojamento e restauração e para as empresas com quebra de faturação superior a 40% no primeiro semestre de 2020 foi uma das medidas apresentadas na quinta-feira pelo Governo no âmbito do Programa de Estabilização Económica e Social (PEES).

Segundo explicou o primeiro-ministro, António Costa, a isenção para o setor do alojamento é total, independentemente de existir ou não quebra de faturação.

Outra medida anunciada pelo Governo e que a ALEP considera positiva é o prolongamento por mais um mês do regime de lay-off simplificado, que vigorará até julho (podendo depois manter-se apenas para as empresas que permaneçam encerradas), sendo substituído por três mecanismos alternativos consoante a quebra de faturação das empresas.

São medidas que nós vemos com muito bons olhos, mas que são insuficientes para ajudar o setor”, ressalvou.

Nesse sentido, Eduardo Miranda defendeu a necessidade de o Governo rever duas medidas que “estão a prejudicar os empresários do alojamento local”, nomeadamente as isenções de pagamento à Segurança Social (SS) e a questão das "mais-valias" sobre os imóveis.

 



AO MINUTO

17:05

Turquia suspende ligações aéreas com o Brasil

O governo da Turquia anunciou hoje que vai temporariamente suspender todos os voos de e para o Brasil.

A decisão do executivo de Erdogan é tomada para prevenir um aumento de infeções causadas pela nova estirpe detetada pela primeira vez na Amazónia.

17:02

Ativada linha telefónica de apoio social e psicológico

A Câmara de Leiria vai ativar na segunda-feira uma Linha de Apoio Social e Psicológico, para minimizar o impacto da pandemia nas áreas social e da saúde comunitária, foi hoje anunciado.

“Esta iniciativa assenta em duas áreas de intervenção, o aconselhamento psicológico e a resolução de problemas sociais”, adianta o município numa nota de imprensa, explicando que “com a primeira pretende-se minorar comportamentos de ansiedade, isolamento e solidão, através da promoção de uma saúde psicológica positiva e do encaminhamento de situações de crise nas esferas da saúde mental e psicossocial”.

Quanto à segunda área de intervenção, “visa apoiar na resolução de problemas de caráter social, através do encaminhamento para as várias medidas de apoio em articulação com as diversas entidades de âmbito social”, adianta.

17:02

Reino Unido registou 1.401 mortes mas infeções desaceleraram

O Reino Unido registou 1.401 mortes e 40.261 novos casos de covid-19 nas últimas 24 horas, divulgou o Governo britânico, que hoje também apresentou números que dão sinal de uma desaceleração da pandemia covid-19 no país. 

O número de mortes de hoje foi superior às 1.290 mortes notificadas na véspera. 

Entre 16 e 22 de janeiro de 2021, foram registadas 8.686 mortes, o que equivale a uma média diária de 1.241 e a um aumento de 16,4% em relação aos sete dias anteriores.

O número de novos casos reportados hoje, 40.261, também foi superior ao de quinta-feira 37.892, mas inferior à média diária de 38.270 registada entre 16 e 22 de janeiro de 2021, período em que 267.892 receberam um resultado de teste positivo, uma redução de 25,3% em relação aos sete dias anteriores.

Na quarta-feira estavam hospitalizadas 38.562 pessoas com SARS-CoV-2, dia com os dados mais recentes disponíveis, das quais 3.953 com assistência de ventilador, mas começa a ser regista uma descida. 

Entre 12 e 18 de janeiro, foram hospitalizadas 28.128 pessoas com coronavírus, uma redução de 3,2% em relação aos sete dias anteriores.

17:00
16:52

Alemanha deteta primeiro caso de infeção pela estirpe brasileira

As autoridades de saúde alemãs anunciaram ter descoberto o primeiro caso de infeção pela estirpe brasileira do novo coronavírus. O infetado regressou há pouco tempo de uma estada prolongada no Brasil, afirmou o ministro Kai Klose.

16:50
16:49

Grécia vai aliviar restrições: secundárias abrem no dia 1 de fevereiro

O governo grego afirmou hoje que planeia aliviar as restrições ao confinamento decretado no início de janeiro. De acordo com fonte do executivo, as escolas secundárias vão abrir no dia 1 de fevereiro.

16:37

Açores com 40 novos casos e 50 recuperações nas últimas 24 horas

Os Açores registaram nas últimas 24 horas 40 novos casos de covid-19, 36 dos quais em São Miguel, três na Terceira e um no Pico, e 50 recuperações, todas em São Miguel, contando atualmente 633 casos ativos.

De acordo com o boletim diário da Autoridade de Saúde Regional, 34 dos casos detetados em São Miguel são de transmissão comunitária, sendo que cinco foram identificados no âmbito do rastreio em massa realizado em Rabo de Peixe.

Os outros dois casos da maior ilha açoriana, a mais afetada pela pandemia na região, foram detetados nos rastreios feitos a passageiros que chegaram a São Miguel: um deles diz respeito a um residente com teste positivo à chegada e o outro a um não residente com teste positivo ao 6.º dia.

16:36

Vendas de combustíveis rodoviários caíram 13,9% em novembro

As vendas de combustíveis rodoviários nos postos de abastecimento caíram 13,9% em novembro de 2020, em termos homólogos, para 338.255.266 litros, desempenho “a que não será alheio” o conjunto de medidas de combate à pandemia, adiantou a ENSE.

Em comunicado, a ENSE - Entidade Nacional para o Setor Energético indicou que “as vendas de combustíveis rodoviários nos postos de abastecimento retalhistas em Portugal registaram uma descida mais acentuada durante o passado mês de novembro de 2020 com uma redução homóloga de 13,90% face ao mesmo período de 2019”, indicando que “a este facto não será alheio o conjunto de novas medidas de restrição e confinamento que foram decretadas com o objetivo de controlar o número de contágios por coronavírus”.

Assim, “depois de em outubro se ter registado uma descida total homóloga de 4,16%, em novembro a quebra acentuou-se com uma descida homóloga face a novembro de 2019 de 15,74% na gasolina rodoviária e de 13,32% no gasóleo rodoviário”, indicou a entidade na mesma nota.

16:31

Matosinhos prepara novo espaço de retaguarda para infetados

A Câmara de Matosinhos, em parceria com a Unidade Local de Saúde, vai criar um segundo espaço para acolher pessoas com covid-19 com alta clínica, mas sem condições para permanecer em casa, adiantou hoje à Lusa fonte hospitalar.

Neste novo equipamento, com nove camas e capacidade de ampliação, serão ainda acolhidos doentes internados em estruturas residenciais para idosos em recuperação, sublinhou a mesma fonte.

Este novo espaço, instalado em São Mamede de Infesta, no distrito do Porto, vai ficar pronto a receber utentes depois de concluídas as obras de adaptação, destacou.

16:30

Funcionários da Portos dos Açores em Ponta Delgada vão ser testados

O diretor regional da Saúde dos Açores disse hoje que todos os funcionários da Portos dos Açores em Ponta Delgada vão ser testados à covid-19, depois de ter sido detetado um surto que já infetou 33 pessoas.

Berto Cabral, que é por inerência também o responsável pela Autoridade de Saúde Regional, falava aos jornalistas em Ponta Delgada, na ilha de São Miguel, sobre a situação “muito particular” vivida pela Portos dos Açores.

Esta semana, a empresa decidiu por sua iniciativa submeter os funcionários a testes rápidos, tendo sido detetada uma “taxa de positividade muito elevada”, segundo Berto Cabral.

16:29

Hospitais do Centro continuam a aumentar número de camas

Os hospitais da região Centro voltaram a aumentar a vagas em enfermaria para doentes da covid-19, totalizando agora 1.267 camas, disse hoje à agência Lusa fonte da Administração Regional de Saúde do Centro (ARSC).

Na quinta-feira, foram abertas mais 41 camas na região, de acordo com aquele organismo, embora tenham sido internadas em enfermarias mais 47 pessoas.

No entanto, no mesmo período 82 pessoas em enfermaria tiveram alta hospitalar e duas em unidades de cuidados intensivos, fazendo baixar o número total de internados de 1.396 para 1.322.

O número de internados em unidades de cuidados intensivos não sofreu alteração, registando os mesmos 121 de quarta-feira.

16:28

Sines entrega ao domicílio e alarga refeições escolares ao secundário

A Câmara de Sines (Setúbal) vai alargar as refeições escolares aos alunos carenciados do secundário e garantir a sua entrega ao domicílio, abrangendo os diversos níveis de ensino, a partir de segunda-feira, devido ao confinamento geral.

“São medidas que vão mais além do primeiro confinamento” e que, agora, “contemplam o ensino secundário”, explicou à agência Lusa o vice-presidente do município, Fernando Ramos, revelando que “a novidade” é também a entrega das refeições “a casa dos alunos”.

A decisão do Governo de suspender as atividades letivas por 15 dias motivou este apoio da autarquia que, à semelhança do primeiro encerramento, “determinou medidas excecionais” sobre as refeições escolares que passam agora a abranger “todos os níveis de ensino”.

16:13

Parlamento da Madeira pede explicações sobre utilização de plasma em tratamento

 A comissão de Saúde e Assuntos Sociais do parlamento da Madeira indicou hoje que vai solicitar ao Serviço de Saúde da região autónoma (Sesaram) explicações sobre a utilização de plasma convalescente no tratamento da covid-19.

O presidente da comissão, o socialista Élvio Jesus, disse que a decisão surge na sequência de uma carta remetida pelo médico e ex-deputado do CDS-PP Mário Pereira, em maio de 2020, que questionava a utilização desta componente no tratamento de doentes infetados pelo novo coronavírus na região.

A comissão de Saúde e Assuntos Sociais esclarece que vai solicitar informação sobre "desenvolvimentos adicionais" que tenham ocorrido ou que estejam em perspetiva no Sesaram, face à "mudança do estado da situação pandémica" na Madeira.

16:08

Hospital de Matosinhos abre 10 camas de enfermaria e prepara alargamento de UCI

O Hospital de Pedro Hispano, em Matosinhos, abre hoje 10 camas de internamento em enfermaria para covid-19 e está a preparar o alargamento de capacidade da unidade de cuidados intensivos, revelou fonte hospitalar.

“O nosso limite é de 21 camas na UCI [Unidade de Cuidados Intensivos] para todos os doentes e está a ser alargada essa capacidade. Vamos abrir hoje mais 10 camas de internamento, atingindo assim a capacidade de crescer até às 90 camas”, refere a informação enviada à agência Lusa.

Atualmente, o Hospital Pedro Hispano, que pertence à Unidade de Saúde Local de Matosinhos (ULSM), tem internados em enfermaria 80 doentes com infeção pelo novo coronavírus, 11 em cuidados intensivos e oito em cuidados intermédios.

15:52
15:47
VÍDEO

Covid-19: "Difusão da nova variante não tem sido explosiva nas crianças"

O Presidente do Colégio da Especialidade de Pediatria analisou esta sexta-feira o impacto do novo coronavírus nas crianças.

Há 1h e 38min
15:47
VÍDEO

Fecho das escolas: situação "é preocupante" para as crianças que sofrem de maus-tratos

Rosário Farmhouse, presidente da Comissão de Promoção dos Direitos e Proteção das Crianças e dos jovens, sublinha que a paragem de toda a atividade letiva significa uma maior preocupação em relação aos menores em ambientes familiares mais frágeis.

Há 1h e 42min
15:35

Ex-ministro Roberto Carneiro apoia fecho de escolas e defende ensino online

O ex-ministro da Educação Roberto Carneiro considerou hoje que o fecho das escolas foi uma medida positiva, de uma forma geral, e defendeu que o ensino online deve ser melhorado e estar preparado para funcionar em qualquer altura.

O online está para ficar, não vai desaparecer. Acho importantíssimo que os alunos tenham acesso a equipamentos”, disse à agência Lusa Roberto Carneiro, que, como independente, foi ministro da Educação no XI Governo Constitucional, liderado por Cavaco Silva.

Para Roberto Carneiro, a paragem letiva de 15 dias decidida pelo governo tem consequências negativas para os alunos, mas o critério fundamental para fechar as escolas foi “um critério de saúde”, frisou.

Questionado sobre a opção do governo de não manter as aulas online, afirmou: “Não sei se o ensino está preparado para isso, mas devia estar. Devia estar preparado para ser online em qualquer altura”.

Já o fecho das escolas, observou, reunia “um grande consenso”.

Eu tenho 19 netos e tenho sentido isso da parte dos meus filhos e dos meus netos, a necessidade de cuidarem sobretudo da saúde”, declarou.

15:34

JSD diz que proibição de ensino à distância “revela falhanço” de preparação

 A Juventude Social-Democrata defendeu hoje que a interrupção das atividades letivas, sem ensino à distância, revela “o falhanço na preparação” do ano letivo pelo Governo, exigindo condições para que os alunos possam aprender à distância. 

Numa nota enviada à comunicação social, os membros da Comissão Política Nacional da JSD acusam o primeiro-ministro, António Costa, e o ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, de “descalabro total na educação”. 

Depois dos ziguezagues do primeiro-ministro em torno do fecho ou da abertura das escolas, sendo capaz de dizer tudo e o seu contrário no espaço de três dias, para a JSD, a decisão tomada ontem de suspensão das atividades letivas presenciais proibindo o ensino à distância revela o falhanço na preparação deste ano letivo por parte do Governo, causando um descalabro total na Educação”, pode ler-se na nota. 

Lembrando a promessa de Costa de computadores e acesso à internet para todos os estudantes que necessitassem no início do ano letivo, o presidente da JSD, Alexandre Poço, citado na nota, aponta que “o Governo falhou na entrega dos computadores e falhou na preparação do ensino à distância, que todos sabíamos que podia ser uma realidade se a pandemia se agravasse. Em 10 meses, pouco ou nada foi feito para garantir que não tínhamos este desfecho”. 

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