Últimas Covid-19

Todas as notícias sobre o novo coronavírus que está a preocupar as autoridades a nível mundial.
17 Junho 2020
24 abr, 12:42

Aumento da cibercriminalidade reforça importância do numerário

A Associação de Empresas de Segurança realçou hoje a importância do numerário na preservação do funcionamento da economia quando dados da Procuradoria-Geral da República indicam um aumento de 230% da cibercriminalidade em março, em plena pandemia de Covid-19

Em comunicado, a associação (AES) sublinha que os dados da Procuradoria-Geral da República, revelados esta semana, dão conta de um aumento de 230% da cibercriminalidade em março e de um crescimento de 160 % nos primeiros 15 dias de abril, factos que classifca de "muitíssimo preocupantes" para empresas e cidadãos, pelos efeitos devastadores que geram na confiança no funcionamento da economia.

Perante esta situação, e num momento em que diz serem já conhecidos ataques de grupos de ‘hackers’ a grandes empresas do tecido empresarial português e internacional, a AES destaca "a importância do numerário (notas e moedas) na preservação do funcionamento da economia" e assegura que "as empresas de transporte de valores tudo estão a fazer para que o dinheiro continue a chegar aos diversos setores da sociedade, salvaguardando um eventual cenário de `crash´ dos sistemas eletrónicos de pagamento".

As notas e as moedas são utilizadas por todos os cidadãos, sem a necessidade de conhecimentos especiais para recorrer a uma ligação à internet. Trata-se de elementos de uso simples, familiar e generalizado. Impõe-se a tomada de medidas para garantir que os grupos mais vulneráveis não sejam privados do mais acessível dos meios de pagamento", observa AES, indicando que "o numerário funciona sempre, em qualquer lugar, em qualquer momento e para todos os cidadãos".



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Moscovo com média diária de 650 infetados e avança com desconfinamento

A capital da Rússia tem uma média de 650 novos casos diários de covid-19, desde o início do mês, e o presidente da Câmara anunciou hoje o abrandamento das medidas restritivas, a partir de segunda-feira.

O presidente da Câmara de Moscovo, Serguéi Sobianin, ordenou que na segunda-feira se levantem as restrições ao funcionamento dos estabelecimentos de ensino superior, embora deixe nas mãos do Ministério da Ciência e Educação a decisão de quais as atividades presenciais e à distância.

Também fica sem efeito a proibição das aulas presenciais para crianças e adultos nos diversos tipos de estabelecimento, incluindo as escolas.

A autarquia planeia iniciar o ano escolar a 01 de setembro, como tem sido habitual.

Além disso, na segunda-feira, poderão abrir ao público parques de diversão e centros culturais e de lazer, desde que nunca ultrapassem os 50% de capacidade do espaço.

Os espetáculos e atividades públicas ao ar livre, que envolvam multidões, continuam proibidos, uma vez que, segundo a autarquia, não podem garantir o distanciamento necessário entre o público assistente.

O presidente de Moscovo não descartou retrocessos no processo de desconfinamento, em caso de agravamento da situação pandémica, numa cidade que conta com mais de 12 milhões de habitantes.

Até hoje, segundo os dados oficiais, a Rússia registou 727.162 casos positivos de covid-19 e 11.335 mortes.

Em Moscovo, o maior foco infeccioso do país, registaram-se até ao momento 229.357 casos positivos, 679 nas últimas 24 horas, e 4.143 mortes.

13:18

Açores não registam novos casos pelo segundo dia consecutivo

Os Açores não registam novos casos de infeção pelo SARS-CoV-2, que provoca a doença covid-19, pelo segundo dia consecutivo, revelou hoje a Autoridade de Saúde Regional.

“As 989 análises realizadas nos dois laboratórios de referência da região nas últimas 24 horas não revelaram casos positivos de covid-19”, adiantou a entidade, no seu comunicado diário.

Desde o início do surto foram registados 157 casos de covid-19 no arquipélago, estando atualmente apenas sete ativos, seis na ilha de São Miguel e um na ilha das Flores.

O arquipélago contabilizou 130 recuperações e 16 óbitos, tendo regressado a Portugal continental quatro utentes.

13:16

Número de mortos em África sobe para 12.988 em quase 578 mil casos

O número de mortos em África devido à covid-19 subiu hoje para 12.988, mais 232 nas últimas 24 horas, em quase 578 mil casos, segundo os dados mais recentes sobre a pandemia no continente.

De acordo com o Centro de Controlo e Prevenção de Doenças da União Africana (África CDC), o número de infetados subiu para 577.904, mais 18.891 nas últimas 24 horas, enquanto o número de recuperados é hoje de 287.011, mais 13.129.

A África Austral regista o maior número de casos (273.417) e passou hoje os quatro mil mortos (4.119), a grande maioria concentrada na África do Sul, o país com mais mortos e mais infetados em todo o continente, com 264.184 casos e 3.971 vítimas mortais.

O Norte de África lidera no número de mortes (5.250), tendo 123.172 infeções.

A África Ocidental conta 1.562 mortos em 95.300 infetados, a África Oriental regista 1.223 vítimas mortais e 45.634 casos, enquanto na África Central há 834 mortos e 40.381 infeções.

Depois da África do Sul, o Egito é o segundo país com mais vítimas mortais, contabilizando hoje 3.769 mortos e 81.158 casos de infeção, seguindo-se a Argélia, que passou hoje as mil vítimas mortais (1.004) e tem 18.712 infetados.

Entre os cinco países mais afetados, está também a Nigéria, com 724 mortos e 31.987 infetados, e o Sudão, com 650 mortes e 10.250 casos.

Em relação aos países africanos lusófonos, a Guiné-Bissau é o que tem mais infeções e mortes, com 1.842 casos e 26 vítimas mortais.

Cabo Verde tem 1.623 infeções e 19 mortos, enquanto Moçambique conta 1.111 infetados e nove mortos.

São Tomé e Príncipe contabiliza 726 casos e 14 mortos e Angola tem 483 casos confirmados de covid-19 e 25 mortos.

A Guiné Equatorial, que integra a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), mantém há vários dias 3.071 casos e 51 mortos, segundo o África CDC.

O primeiro caso de covid-19 em África surgiu no Egito em 14 de fevereiro e a Nigéria foi o primeiro país da África subsaariana a registar casos de infeção, em 28 de fevereiro.

13:08

Pelo menos 565 mil mortos e mais de 12,7 milhões de infetados no mundo

A pandemia do novo coronavírus já causou a morte a pelo menos 565.363 pessoas e infetou mais de 12,7 milhões em todo o mundo desde dezembro, segundo um balanço da agência AFP baseado em dados oficiais.

De acordo com os dados recolhidos pela agência de notícias francesa até às 11:00 de Lisboa, mais de 12.741.270 casos de infeção foram oficialmente diagnosticados em 196 países e territórios desde o início da epidemia, no final do ano passado na cidade chinesa de Wuhan, dos quais pelo menos 6.792.900 foram considerados curados pelas autoridades de saúde.

A AFP adverte que o número de casos diagnosticados reflete apenas uma fração do total real de infeções, já que alguns países estão a testar apenas casos graves, outros usam o teste como uma prioridade para rastreamento e muitos países pobres têm apenas capacidade limitada de rastreamento.

Os Estados Unidos, que registaram a primeira morte ligada ao coronavírus no início de fevereiro, são o país mais afetado em termos de número de mortes (134.815) e casos (3.247.782). Pelo menos 995.576 pessoas foram declaradas curadas.

Depois dos Estados Unidos, os países mais afetados são o Brasil com 71.469 mortes para 1.839.850 casos, Reino Unido com 44.798 mortes (288.953 casos), a Itália com 34.945 mortes (242.827 casos), e o México com 34.730 mortes (295.268 casos).

A China (excluindo os territórios de Hong Kong e Macau) contabilizou oficialmente um total de 83.594 casos (sete novos casos entre sábado e domingo), incluindo 4.634 mortes e 78.634 recuperações.

A Europa totalizou 202.399 mortos para 2.828.270 casos, Estados Unidos e Canadá 143.624 mortos (3.355.128 casos), América Latina e Caraíbas 143.176 mortos (3.324.405 casos), Ásia 42.852 mortes (1.734.122 casos), Médio Oriente 20.199 mortes (909.922 casos), África 12.976 mortes (578.055 casos), e Oceânia 137 mortes (11.371 casos).

A AFP dá nota de que esta avaliação foi realizada utilizando dados recolhidos junto das autoridades nacionais competentes e informações da Organização Mundial de Saúde (OMS).

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Continuam infetadas 86 pessoas com ligações ao lar, sendo que dez pessoas estão internadas no hospital de Évora

Há 2h e 46min
12:30

Emigrantes reticentes quanto a vir de férias a Portugal

A pandemia e os eventuais riscos no regresso ao país europeu, mas não da União Europeia está a preocupar muitos emigrantes portugueses na Suíça que preferem não ir de férias a Portugal.

“Os portugueses têm medo de perder os seus trabalhos, no caso de ficarem bloqueados em Portugal. E a maioria não quer correr esse risco”, explica o Nuno dos Santos, Presidente da Associação de Apoio à Comunidade Portuguesa na Suíça (AACP).

Se por um lado a grande maioria dos portugueses residentes na Suíça se mostra preocupada com os riscos e evolução da pandemia, por outro há quem não abdique dos velhos costumes de passar férias em Portugal, movidos pela saudade de quem lá os espera.

Também as dúvidas e a incerteza sobre a evolução da pandemia de covid-19 já levaram muitos portugueses a viver na Alemanha a cancelar as viagens, de carro ou avião, para visitar a família este verão.

12:22
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Disney reabre parques na Florida

Estado continua a registar recorde de infetados, mas os Parques de Diversão já reabriram. O uso de máscara é obrigatório para visitantes e trabalhadores

Há 3h e 25min
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Cerca de 1.300 infetados numa escola militar na Indonésia

Cerca de 1.300 pessoas testaram positivo ao novo coronavírus numa escola militar na Indonésia, um país que continua a lutar contra a pandemia, anunciou fonte militar.

A escola de oficiais do exército indonésio, localizada a oeste da ilha de Java, a mais populosa do país, foi colocada em quarentena, anunciou na noite de sábado o Chefe do Estado-Maior do Exército, general Andika Perkasa.

Dos 1.280 casos confirmados, 991 são estudantes de oficiais, confirmou Andika Perkasa, e os restantes são funcionários e familiares.

Dos infetados, 30 têm sintomas ligeiros e foram hospitalizados e, no sábado, 17 ainda continuavam no hospital.

A presença do vírus nesta escola militar foi detetada depois de dois estudantes de oficiais apresentarem febre acompanhada de dor nas costas, tendo ido a um centro médico.

Ambos testaram positivo à covid-19 e, nesse sentido, foi feita uma vasta campanha de despistagem às cerca de 2.000 pessoas do estabelecimento de ensino, entre estudantes e funcionários.

Segundo Andika Perkasa, a origem da contaminação é desconhecida e parte do pessoal mora fora da escola militar.

O governador do estado de Java ocidental pediu aos moradores que limitem os seus movimentos nas proximidades do estabelecimento de ensino até que a pandemia seja controlada.

A indonésia é o país mais afetado no sudoeste da Ásia, com mais de 74.000 casos confirmados com o novo coronavírus e mais de 3.500 mortes.

Segundo especialistas, o número poderá ser muito mais alto, mas a triagem limitada estará a subestimar a extensão real da pandemia.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) exortou, recentemente, a Indonésia a realizar um maior número de testes.

10:26

Nova Gales do Sul cobra 1.846 euros aos viajantes para pagarem quarentena

O estado australiano de Nova Gales do Sul cobrará 3.000 dólares australianos (1.846 euros) aos viajantes procedentes de outros países para assumirem os gastos das quarentenas obrigatórias em hotéis para impedir os contágios de covid-19, anunciou hoje o governo.

“Nova Gales do Sul é a porta de entrada na Austrália, mais de 35.000 cidadãos australianos e residentes permanentes que regressaram do estrangeiro passaram pelo nosso sistema de quarentena em hotéis desde 29 de março”, disse Gladys Berejiklian, governadora do estado, em comunicado oficial divulgado hoje.

A medida, que entrará em vigor no sábado, 18 de julho, está desenhada para cobrir os gastos de alojamento e alimentação durante um período obrigatório de 14 dias em hotéis, apesar de o governo do estado continuar a assumir as despesas de segurança, transporte e logística.

“Os contribuintes de Nova Gales do Sul assumiram grande parte dos custos até ao momento, gastando mais de 65 milhões de dólares australianos (40 milhões de euros) ... Aos cidadãos da Austrália foi dado tempo de sobra para regressarem, acreditamos que é justo que cubram parte das despesas do seu alojamento em hotéis”, acrescentou Berejiklian.

A Austrália acumula quase 9.000 casos de covid-19, entre os quais 106 mortes. Quase 3.800 casos foram registados em Nova Gales do Sul e mais de 2.900 em Vitória.

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