Últimas Covid-19

Todas as notícias sobre a pandemia que já matou quase dois milhões de pessoas em todo o mundo
04 Janeiro 2021
26 jun 2020, 15:18

Portugal envia aparelho de testes para província angolana da Huíla

A província da Huíla, em Angola, vai passar a poder fazer localmente testes à covid-19, no âmbito de um projeto de reforço da capacidade laboratorial apoiado por Portugal e que inclui também formação para profissionais de saúde.

No âmbito do projeto, será instalado no laboratório da universidade Mandume ya Ndemufayo, na cidade do Lubango, um aparelho de PCR-RT, que foi hoje entregue, numa cerimónia simbólica, pelo diretor do Instituto de Higiene e Medicina Tropical da Universidade Nova de Lisboa (IHMT-UNL), Filomeno Fortes, ao embaixador de Angola em Lisboa, Carlos Alberto Fonseca.

Além deste aparelho serão também enviados equipamentos acessórios de testagem, como reagentes, e Equipamentos de Proteção Individual (EPI's).

"Este equipamento tem uma capacidade para fazer 120 testes por dia e os resultados são conhecidos no máximo em 24 horas", disse aos jornalistas Filomeno Fortes, sublinhando a "mais valia" que representa passar a fazer os testes e a obter os resultados localmente e sem necessidade de envio das amostras para fora da região.

O reforço do laboratório é um dos primeiros resultados do trabalho da "task-force" montada há três meses para apoio aos países africanos lusófonos na luta contra a covid-19 pelo IHMT-UNL, Centro Ciência LP, Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT) e instituto Camões.

O projeto inclui ainda a realização de formação laboratorial para apoiar as unidades de saúde da província no diagnóstico da covid-19, bem como a participação em projetos de investigação no âmbito do combate às doenças infecciosas em África.

Na conversa com os jornalistas, Filomeno Fortes sublinhou ainda o papel central da província da Huíla na luta contra a propagação da doença, nomeadamente a partir de países vizinhos como a Namíbia.

"A Namíbia está com a situação de transmissão da doença a agravar-se e a província de Huíla funciona como província-tampão, dá apoio às províncias de Cunene, Cuango-Cubango e Namibe e a instalação deste laboratório vai permitir que o país possa começar a monitorizar" a doença naquela zona, disse.

O diretor do IHMT-UNL assinalou, por outro lado, que esta região de Angola começa agora a ter temperaturas mais baixas, o que deverá levar a um aumento das doenças respiratórias.

"É preciso haver capacidade para diagnóstico diferencial entre as doenças respiratórias e a covid-19. A província é a segunda mais populosa do país e com mais população idosa, portanto mais suscetível à pandemia", acrescentou o médico angolano e especialista em malária e doenças tropicais.

Para Filomeno Fortes, "o reforço da província da Huíla é fundamental para que o país possa continuar a manter o controlo da situação epidemiológica" da covid-19.

O reforço da capacidade laboratorial na província angolana resulta de uma ação conjunta com o Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos da Universidade do Porto (CIBIO), que gere uma rede de laboratórios geminados (twinlabs) em África no âmbito da cátedra UNESCO “Life on Land”.

O coordenador-executivo do CIBIO, Carlos Pereira, explicou que a organização está a reforçar e a readaptar a capacidade dos laboratórios que já tem no terreno para fazer testes à covid-19.

"Temos um laboratório central em Angola que está já a dar algum apoio aos pacientes, mas não lhe está a ser possível fazer testes. Os 120 testes feitos até à semana passada à população da província da Huíla foram enviados para Portugal", disse.

"A testagem tem sido mínima", apontou, adiantando que o laboratório da universidade Mandume ya Ndemufayo, que tinha inicialmente competência pedagógica e de formação, sofrerá "uma pequena readaptação" para, em conjunto com o hospital central, fazer testes de diagnóstico do novo coronavírus.

A iniciativa do IHMT-UNL, Ciência LP e FCT insere-se no Plano de Ação na resposta sanitária à pandemia covid-19 entre Portugal, os PALOP e Timor-Leste, coordenado pelo Camões - Instituto da Cooperação e da Língua (IC).

O presidente do instituto Camões, Luís Faro Ramos, também presente na cerimónia, sublinhou a importância da "parceria e solidariedade" entre Portugal e os países lusófonos no combate à covid-19, considerando que permitirá "ganhar outra escala" e "impulsionar outras ações de apoio" no futuro.

O plano de resposta sanitária à pandemia, anunciado na semana passada pelo ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, prevê a disponibilização de três milhões de euros para apoiar os PALOP (Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa) e Timor-Leste a combaterem a propagação da covid-19.

Para além dos três milhões de euros, o plano, que tem a duração prevista de um ano, envolve também a disponibilização de material médico e proteção individual, num total de cerca de 800 mil artigos e 95 ações de formação.

Angola ultrapassou, na quinta-feira, os 200 casos de covid-19, totalizando desde o início da pandemia 212 infetados, com dez óbitos, 121 casos ativos e 81 doentes recuperados.



AO MINUTO

00:35
VÍDEO

Hospital de Torres Vedras: "Não temos condições físicas e não temos condições humanas"

A Urgência covid-19 do hospital de Torres Vedras tem, nesta sexta-feira à noite, uma fila de onze ambulâncias, apurou a TVI.

A maioria dos doentes nos veículos são idosos infetados de lares.

Um profissional da saúde falou com a TVI e relatou uma situação complicada na unidade hospitalar.

Há 10 min
23:47
23:47
23:28

Brasil soma mais de mil mortes pelo quarto dia e ultrapassa 208 mil óbitos

O Brasil ultrapassou hoje a barreira das 208 mil mortes devido à covid-19 (208.246), após somar mais de mil óbitos pelo quarto dia consecutivo (1.151), informou hoje o Ministério da Saúde.

Também pelo quarto dia seguido, o país sul-americano somou mais de 60 mil novas infeções pelo novo coronavírus, num total de 69.198 pessoas diagnosticadas nas últimas 24 horas.

Assim, o Brasil, nação lusófona mais afetada pela pandemia e uma das mais atingidas no mundo, concentra agora 8.393.492 casos confirmados desde o início da pandemia, registada oficial no país no final de fevereiro.

A taxa de letalidade da covid-19 no país é hoje de 2,5% e a taxa de incidência está fixada 99 mortes e 3.994 casos por cada 100 mil habitantes.

São Paulo continua a ser o foco da pandemia no Brasil, com 1.605.845 casos positivos, sendo seguido por Minas Gerais (628.966), Santa Catarina (537.036) e Bahia (528.539).

Já a lista dos Estados com mais mortes é liderada por São Paulo (49.600), Rio de Janeiro (27.591), Minas Gerais (13.182) e Ceará (10.209), respetivamente.

Em território brasileiro, que concentra cerca de 212 milhões de habitantes, mais de 7,3 milhões de pessoas diagnosticadas com a covid-19 recuperaram da doença.

O Ministério da Saúde encaminhou hoje ao Instituto Butantan um ofício no qual pede a entrega imediata de seis milhões de doses importadas da Coronavac, potencial vacina chinesa contra a covid-19, testada em São Paulo.

“Solicitamos os bons préstimos para disponibilizar a entrega imediata das seis milhões de doses importadas e que foram objeto do pedido de autorização de uso de emergência perante a Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária, órgão regulador brasileiro]”, diz o texto, a que a imprensa brasileira teve acesso.

"Ressaltamos a urgência na imediata entrega do quantitativo contratado, tendo em vista que este Ministério precisa fazer o devido loteamento para iniciar a logística de distribuição para todos os Estados, de maneira simultânea e equitativa, conforme cronograma previsto no Plano Nacional de Operacionalização da vacinação contra a Covid-19, tão logo seja concedido a autorização pela agência reguladora, cuja decisão está prevista para domingo”, acrescenta o documento.

A Coronavac, alvo de uma disputa política no Brasil, registou 50,38% de eficácia global nos testes realizados no país sul-americano, segundo informou o Instituto Butantan, vinculado ao Estado de São Paulo.

A eficácia do imunizante chinês está dentro da taxa mínima recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e também pela da Anvisa, que é de 50%.

Será no próximo domingo que a Anvisa se reunirá para decidir sobre o uso de emergência das vacinas submetidas à agência.

Até ao momento, apenas a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e o Instituto Butantan solicitaram a autorização de uso de emergência para as suas vacinas: o imunizante do laboratório AstraZeneca, em parceria com a Universidade de Oxford, e a CoronaVac, respetivamente.

23:27

Médicos de saúde pública preocupados com impacto do excesso de mortalidade

O presidente da Associação Nacional de Médicos de Saúde Pública (ANMSP), Ricardo Mexia, manifestou hoje preocupação com o impacto que os mais de 600 óbitos diários podem ter nos serviços de saúde e funerários.

A Associação Nacional das Empresas Lutuosas (ANEL) fez um apelo para que sejam criadas condições que assegurem a preservação dos corpos com dignidade até à realização dos funerais, face ao pico de óbitos que está a deixar o sistema em rutura.

Questionado pela Lusa sobre esta situação, Ricardo Mexia afirmou estão “muito preocupados” porque há “uma pressão enorme sobre os serviços de saúde” e que de alguma forma é materializada por “um aumento muito importante da mortalidade”.

“Mais de 600 óbitos diários é algo que não nos pode deixar indiferente e infelizmente o cenário provável é a situação vir a agravar-se fruto desta manutenção do número de novos casos diários [de covid-19] e também a mortalidade associada a outras doenças”, além do impacto das temperaturas muito baixas que também afeta a mortalidade.

Portanto, sublinhou, existe “um conjunto de fatores” que faz com que o país esteja a enfrentar “uma mortalidade anormalmente alta que, naturalmente, além de colocar sobre pressão os serviços de saúde, coloca toda a componente associada a isso” como a preservação dos corpos até ao funeral.

“A situação é complicada em diversos domínios e, portanto, também a indústria [funerária] está seguramente a sofrer os impactos deste enorme excesso de mortalidade”, frisou.

Para o especialista em saúde pública, esta situação gera apreensão, sendo necessário controlar rapidamente este excesso de mortalidade, mas para isso é necessário reforçar os recursos da vigilância epidemiológica.

As dificuldades para controlar o problema “são muito significativas”: “o número de profissionais envolvidos na vigilância para interromper as cadeias de transmissão estão absolutamente assoberbados e continuamos a acumular inquéritos epidemiológicos por fazer aos milhares”.

“E, portanto, estamos perante uma situação muito difícil, alertámos em tempo útil para a necessidade de reforçar estes meios e agora estamos confrontados precisamente com esta enorme escassez”, lamentou Ricardo Mexia.

Salientou ainda a importância de recrutar profissionais para esta tarefa: “nós gostávamos muito que se pudessem contratar médicos de saúde pública, mas sabemos que obviamente não existem no mercado, mas há outros profissionais que podem colaborar de uma forma muito proativa”.

Apontou os enfermeiros de saúde comunitária, os técnicos de saúde ambiental, “que estão fortemente envolvidos nestas tarefas”, mas ressalvou que neste momento não podem ser “muito exigentes com as características das pessoas que podem ajudar a reforçar estas capacidades”.

“Desde os médicos internos de outras áreas, os médicos que estão neste momento fora do sistema, outros profissionais, militares, estudantes das áreas de saúde, todos esses recursos poderiam ser úteis de facto a ajudar nesta resposta. É preciso é que cheguem às unidades”, defendeu.

Ricardo Mexia adiantou que houve alguns reforços, designadamente os militares, “mas tudo o resto foi manifestamente insuficiente para aquilo que é a procura neste momento”.

Dados do Instituto Nacional de Estatística divulgados hoje indicam que a mortalidade em 60 concelhos portugueses foi durante o mês de dezembro 1,5 vezes superior à média dos últimos cinco anos para o mesmo período.

23:26

Profissionais de saúde começam domingo a receber segunda dose da vacina

Os primeiros profissionais de saúde que foram vacinados contra a covid-19 no final do ano vão começar a receber domingo a segunda dose do fármaco da BioNTech/Pfizer, anunciou hoje o ministério da Saúde.

“O programa de vacinação vai continuar e já este domingo começam a ser administradas as segundas doses das vacinas contra a covid-19 aos quase 30 mil profissionais de saúde de contextos prioritários de hospitais e cuidados de saúde primários”, adiantou a mesma fonte, em comunicado.

O ministério confirmou ainda a informação que, a nível europeu, a companhia farmacêutica BioNTech/Pfizer vai proceder a uma “alteração às quantidades de entrega de vacinas contra a covid-19, afetando parcialmente a entrega da semana de 18 de janeiro”.

“Portugal e a Presidência Portuguesa estão em contacto com a Comissão Europeia e com a própria BioNTech/Pfizer, tendo-se realizado esta tarde uma reunião a nível europeu em que participaram a Comissão e representantes de todos os Estados-membros, no sentido de ser apresentado o planeamento da recuperação dos fornecimentos e para confirmar as quantidades das próximas entregas”, referiu.

A 27 de dezembro iniciou-se a primeira fase da vacinação contra o vírus SARS-CoV-2, abrangendo os profissionais dos centros hospitalares universitários do Porto, Coimbra, Lisboa Norte e Lisboa Central, que receberam a vacina desenvolvida pela Pfizer-BioNTech.

Desde então, cerca de 106 mil pessoas já foram vacinadas em Portugal continental, incluindo também utentes e funcionários de lares de idosos e, a partir de hoje, profissionais de saúde dos serviços prioritários de hospitais do setor privado e social, segundo informou o Ministério da Saúde.

A primeira fase do plano, até final de março, abrange também profissionais das forças armadas, forças de segurança e serviços críticos. Nesta fase, serão igualmente vacinadas, a partir de fevereiro, pessoas de idade igual ou superior a 50 anos com pelo menos uma das seguintes patologias: insuficiência cardíaca, doença coronária, insuficiência renal ou doença respiratória crónica sob suporte ventilatório e/ou oxigenoterapia de longa duração.

A segunda fase arranca a partir de abril e inclui pessoas de idade igual ou superior a 65 anos e pessoas entre os 50 e os 64 anos, inclusive, com pelo menos uma das seguintes patologias: diabetes, neoplasia maligna ativa, doença renal crónica, insuficiência hepática, hipertensão arterial, obesidade e outras doenças com menor prevalência que poderão ser definidas posteriormente, em função do conhecimento científico.

Na terceira fase, será vacinada a restante população, em data a determinar. As pessoas a vacinar ao longo do ano serão contactadas pelo Serviço Nacional de Saúde (SNS).

22:40
21:54
VÍDEO

Covid-19: hospitais de Lisboa enviam doentes para o Porto

Sem um aliviar da pressão, alguns hospitais da periferia de Lisboa voltaram a transferir doentes para outras unidades, neste caso no Porto.

A caminho do hospital de Gaia estão já dois doentes do Amadora-Sintra. Também o hospital de São João, no Porto, vai receber três doentes do garcia de orta, em almada..

Há 3h e 30min
21:53
VÍDEO

Bebé Neves: a história da criança que nasceu quando a mãe estava em coma com covid-19

Vivemos tempos de incerteza e insegurança, mas no meio das histórias tristes da pandemia há também algumas com um final feliz.

É o caso da história do bebé Neves, contada pelo Observador. Um bebé nasceu em novembro, no hospital de Santa Maria, em circunstâncias dificeis de imaginar. A mãe, Elisângela, doente grave de covid-19, estava em coma, a ser ventilada.

O pai não podia visitar nem a mãe nem o filho e, à distância, ia recebendo fotografias e imagens enviados do hospital, pelo pessoal médico.

Até que o milagre aconteceu: a mãe acordou do coma e conheceu o filho pela primeira vez. 

Há 3h e 21min
21:53
VÍDEO

"Hora da Verdade": Costa e Marcelo recusaram novo confinamento no passado?

Esta semana, na "Hora da Verdade", o programa de fact-check em parceria com o jornal Observador, olha para as meias verdades sobre o confinamento e sobre a pandemia.

Há 3h e 0min
21:32

Jerónimo quer respostas urgentes a "situações gravíssimas" em lares

O secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, alertou hoje para as “situações gravíssimas” que têm acontecido “em muitos lares” de idosos pelo país, durante a pandemia de covid-19, e exigiu “respostas com caráter de urgência”.

“Sabemos que estamos perante um vírus perigoso contra o qual nenhuma instituição, por mais organizada, está imune. Mas, ao longo dos meses, têm-se registado situações gravíssimas em muitos lares, um pouco por todo o País”, afirmou, num comício em Montemor-o-Novo (Évora).

Segundo Jerónimo de Sousa, estas situações “põem a nu as fragilidades e lacunas de muitos” dos lares e, “sendo anteriores ao atual contexto” da pandemia de covid-19, “acenderam um perigoso ‘rastilho’ que exige respostas com caráter de urgência”.

“As situações gravíssimas que se vivem em muitos lares evidenciam fragilidades, bem patentes no agravamento do número de contágios, entre trabalhadores e idosos”, frisou.

E “revelam igualmente situações de carência na prestação de cuidados fundamentais aos idosos”, por exemplo “por falta de pessoal”, argumentou o secretário-geral do PCP, na sua intervenção no comício de apoio à candidatura de João Ferreira às eleições presidenciais de dia 24.

“É fundamental que sejam avaliadas e reajustadas as medidas tomadas ao longo destes meses, adotando respostas de emergência”, defendeu.

Quer “de reforço de trabalhadores” com vista a “suprir as carências de recursos humanos que permitam assegurar o cumprimento dos planos de contingência, a qualidade dos cuidados diários aos idosos” ou “a defesa da sua saúde”, quer “na realização de atividades” que assegurem o “estímulo motor e psicológico” dos idosos dos lares, com o objetivo de mitigar “as consequências do isolamento”.

No seu discurso, perante uma plateia com algumas dezenas de militantes e simpatizantes comunistas, Jerónimo de Sousa alertou para “as consequências pessoais e sociais entre os reformados, pensionistas e idosos”, no âmbito da pandemia de covid-19.

É “fundamental na luta contra o vírus que todos e cada um de nós tome as medidas preventivas adequadas”, disse.

Mas é também “imperioso travar e combater as consequências pessoais e sociais nefastas que esta situação está a gerar, com o aumento exponencial do isolamento e solidão, que tem implicações profundas e, nalguns casos, irreversíveis na saúde física e psicológica de muitos idosos”, salientou.

Além dos temas relacionados com a covid-19, o discurso do líder comunista esteve igualmente centrado nas eleições presidenciais que se avizinham e no candidato apoiado pelo partido. Jerónimo de Sousa insistiu, como em iniciativas anteriores, tratar-se de uma candidatura “diferente” e garantiu que o voto em João Ferreira “nunca será, nem perdido, nem traído”.

21:31
21:31
21:24
VÍDEO

Bebé Neves: a história da criança que nasceu quando a mãe estava em coma com covid-19

Vivemos tempos de incerteza e insegurança, mas no meio das histórias tristes da pandemia há também algumas com um final feliz.

É o caso da história do bebé Neves, contada pelo Observador. Um bebé nasceu em novembro, no hospital de Santa Maria, em circunstâncias dificeis de imaginar. A mãe, Elisângela, doente grave de covid-19, estava em coma, a ser ventilada.

O pai não podia visitar nem a mãe nem o filho e, à distância, ia recebendo fotografias e imagens enviados do hospital, pelo pessoal médico.

Até que o milagre aconteceu: a mãe acordou do coma e conheceu o filho pela primeira vez. 

Há 3h e 21min
21:00

Madeira regista novo máximo com 140 casos

A Madeira regista hoje 140 novos casos positivos de covid-19, um novo máximo desde 09 de janeiro, altura em que foram notificadas 115 infeções, passando a contabilizar 3.218 doentes confirmados, refere a Direção Regional da Saúde (DRS).

Os casos hoje registados dizem respeito a seis importados (quatro da Região de Lisboa e Vale do Tejo, um do Reino Unido e um do Brasil) e 134 de transmissão local "na sua maioria já associados a contactos ou contextos de casos positivos".

A DRS adianta que a região regista hoje mais 41 casos recuperados contabilizando, assim, 1.692 recuperações; 23 óbitos associados à doença e 1.503 casos ativos, dos quais 127 são importados e 1.376 de transmissão local.

20:52
VÍDEO

Covid-19: doentes em ambulâncias esperam horas no hospital dos Covões

Em Coimbra, as 13 enfermarias covid-19 existentes nos hospitais estão praticamente lotadas.

Esta manhã, estavam vagas apenas três camas nos hospitais da Universidade e uma nos Covões. 

O plano de contingência previa 90 camas para internamento, mas, nesta altura, já há 294 doentes internados.

Ontem às 20:41
20:52
VÍDEO

Vacinas: Graça Freitas diz que não há razão para alterar critérios e deixa professores de fora

A Diretora-Geral da Saúde diz que não há razões científicas para uma alteração ao plano de vacinação para incluir professores e pessoal não docente.

A questão tinha sido levantada plos sindicatos depois de se saber que as escolas ficavam abertas durante o confinamento, mas Graça Freitas diz que todos os cidadãos serão vacinados de acordo com os critérios definidos e não consoante a profissão.
 

Há 3h e 53min
20:51
VÍDEO

Covid-19: muita gente nas ruas de Lisboa no primeiro dia de confinamento

São imagens de Lisboa ao final da tarde do primeiro dia de confinamento geral.

Houve menos trânsito do que é habitual, mas, mesmo assim, muito longe deserto que todos vivemos em março, com ruas completamente despidas de gente.

Ontem às 20:25
20:51
VÍDEO

Covid-19: transportes públicos continuam movimentados

Nos transportes públicos de Lisboa, foi-se percebendo, sobretudo de manhã, que para muitos o teletrabalho não é uma opção. Também as escolas abertas acabaram por levar muita gente a sair de casa.

Houve menos movimento, mas longe do que seria de esperar no primeiro dia de confinamento.

Ontem às 20:29
20:51
VÍDEO

Covid-19: Porto com movimento normal apesar do confinamento

No Porto, à semelhança do resto do país, foi possível encontrar muita gente nas estradas e nos transportes públicos, com destino ao trabalho e às escolas.

Os negócios ligados à restauração são os que mais se ressentem. De portas fechadas, resistem apenas com vendas de take-away.

Ontem às 20:35
Loading

N�o existem mais eventos...