Últimas Covid-19

Todas as notícias sobre o novo coronavírus que está a preocupar as autoridades a nível mundial.
29 Outubro 2020
28 abr, 11:06

Projeto "AcolheUmaRefeição" reúne mais de 180 pessoas que querem doar comida

Mais de 180 empresas e pessoas que querem doar comida a quem mais precisa já aderiram à plataforma “Acolhe uma Refeição” que arrancou na segunda-feira e que pretende auxiliar os mais afetados na sequência da pandemia de Covid-19.

A ideia para avançar com o AcolheUmaRefeição surgiu depois de termos ouvido a presidente do Banco Alimentar, Isabel Jonet, dizer que em 27 anos nunca tinha visto nada assim, referindo-se ao aumento de pedidos de ajuda alimentar”, disse Ricardo Paiagua, da uppOut que gere a plataforma

Isabel Jonet revelou na segunda-feira que desde o início da pandemia de covid-19 já chegaram mais de 11.600 pedidos de ajuda de agregados familiares, através da Rede de Emergência Alimentar criada pela Entreajuda, da qual o Banco Alimentar faz parte.

Este número representa 55 mil pessoas, estima Isabel Jonet, e são todos novos casos de pobreza, provocados sobretudo pelo desemprego das pessoas que tinham trabalhos precários, e de profissionais liberais, que apenas recebiam quando trabalhavam.

V�DEO

“Banco Alimentar recebeu 11.500 pedidos de ajuda. Estimamos que sejam 55 mil pessoas”

A pandemia obrigou a economia a fechar e muitas pessoas entraram inesperadamente no desemprego ou em processo de lay-off. A zona de Lisboa e Setúbal têm sido das mais afetadas, de acordo com Isabel Jonet, do Banco Alimentar.
 



AO MINUTO

19:48

Todos os 23 utentes mais cinco profissionais infetados em lar de Leiria

Todos os 23 utentes e cinco profissionais de um lar do concelho de Leiria estão infetados com covid-19, disse hoje a delegada de saúde coordenadora, reconhecendo que este é o caso que mais preocupa.

“É o caso que mais preocupa pela dimensão”, afirmou à agência Lusa Odete Mendes, referindo ser necessária “uma monitorização contínua”.

Segundo a delegada de saúde coordenadora da Unidade de Saúde Pública do Agrupamento de Centros de Saúde do Pinhal Litoral, no domingo à tarde foi recebida “uma notificação do hospital de que um utente de um lar tinha testado positivo à covid-19”, adiantando que o utente, do lar da Raposeira, em Colmeias, acabou por morrer.

19:48

Governo da Madeira adjudicou empréstimo de 458 ME sem aval do Estado

O Governo da Madeira adjudicou o empréstimo de 458 milhões de euros para financiar medidas de apoio aos prejuízos provocados pela pandemia da covid-29 ao consórcio formado pelo Banco Comercial Português e Caixa - Banco de Investimento, foi hoje anunciado.

“O Conselho de Governo reuniu hoje, de forma extraordinária, para aprovar a adjudicação do financiamento covid, no montante de 458 milhões de euros, ao consórcio formado pelo Banco Comercial Português, S.A. e pela Caixa – Banco de Investimento, S.A”, pode ler-se na nota de imprensa divulgada pela vice-presidência do executivo madeirense.

No documento, o Governo da Madeira recorda que “reivindicou” o aval do Governo da República para realizar esta operação, tendo “aguardado várias semanas”.

“Uma vez que isso não veio a acontecer” dentro do prazo previsto [09 de outubro], o Governo Regional, considerando não ter mais tempo para aguardar, decidiu partir para uma emissão de dívida sem garantia da República”, destaca.

Em 09 de outubro, o Governo Regional de coligação PSD/CDS informou numa outra nota distribuída pela vice-presidência que, “terminado o prazo para uma resposta do Governo da República, a região decidiu avançar mesmo sem a garantia pessoal do Estado, dado que não pode correr o risco de chegar a novembro e a dezembro e não ter o dinheiro disponível para fazer face às necessidades dos cidadãos e empresas”.

No documento divulgado hoje, o executivo insular realça que este empréstimo “visa dar cobertura de necessidades excecionais de financiamento para fazer face aos efeitos, diretos e indiretos, causados pela pandemia da doença covid-19”.

Também indica que “é feito no valor correspondente a 10% do Produto Interno Bruto (PIB) da região de 2018, conforme previsto no Orçamento do Estado Suplementar para 2020”.

“A adjudicação, agora aprovada, ocorre após terem sido recebidas 21 propostas de instituições de crédito nacionais e internacionais, das 32 que foram consultadas pelo Governo Regional da Madeira”, enfatiza a vice-presidência.

Ainda informa que este é um empréstimo obrigacionista, que tem um prazo de amortização de 50% daqui a 13 anos e os outros 50% no ano seguinte.

A Região Autónoma da Madeira foi autorizada em sede de Orçamento Suplementar do Estado a contrair um empréstimo até 10% do Produto Interno Bruto (PIB) regional de 2018 - 495 milhões de euros - para fazer face à crise provocada pela covid-19.

O Governo Regional decidiu recorrer a um financiamento de 458 milhões de euros, uma vez que o pagamento das últimas prestações da dívida ao Estado, no âmbito do Programa de Ajustamento Económico e Financeiro (PAEF), foi adiado.

19:36

Todos os utentes e funcionários do lar de Carção em Vimioso dados “como curados”

 Todos os utentes e funcionários do lar de Carção, no concelho de Vimioso, no distrito de Bragança, foram dados como " curados" da infeção provocada pelo novo coronavírus", disse hoje a diretora técnica da instituição, Alexandra Martins.

"Recebemos a notificação das autoridades de saúde de que os utentes e funcionários que estavam positivos para o novo coronavírus foram dados como curados. Havia cinco utentes e três colaboradores que ainda estavam positivos, e que segundo a nova a norma emitida pela Direção geral da Saúde (DGS) foram dados como curados", concretizou à Lusa a responsável.

O primeiro caso de covid-19 foi detetado em 17 de setembro no lar do Centro Social e Paroquial de Casa de Religiosa de Nossa Senhora das Graças, em Carção, após um utente ter sido transferido para o Hospital de Bragança.

Em 19 de setembro, mais 37 pessoas, entre as quais nove funcionários, testaram positivo na análise ao novo coronavírus no lar de Carção.

Cinco dias, depois aquela instituição registava a morte de três utentes infetados pelo novo coronavírus.

"Vivemos, inicialmente, um autêntico pesadelo. Porém, com o decorrer do tempo e com esforço de todos, fomos superando etapas", indicou Alexandra Martins.

A diretora técnica lamenta a morte de três idosos que se encontravam na instituição, o que aconteceu ao longo deste "difícil processo".

Alexandra Martins lembra que os utentes com teste negativo estiveram sempre separados dos infetados, em alas distintas da instituição, cumprindo as normas emitidas DGS) e que o lar foi sendo desinfetado.

19:31

Hospital de Penafiel transfere 30 doentes para unidades do Grande Porto

O Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa (CHTS) transferiu 10 doentes covid-19 para o polo do Porto do Hospital das Forças Armadas (HFA) e 20 para o Fernando Pessoa em Gondomar, confirmaram à Lusa fontes ligadas à saúde.

Em comunicado enviado à agência Lusa, o Hospital das Forças Armadas precisa que os 10 doentes foram “encaminhados para as enfermarias de isolamento, onde lhes está a ser prestado o devido acompanhamento médico” e que este apoio surge “na sequência de um pedido do Hospital de Penafiel [que pertence ao CHTS]”.

Já fonte da Administração Regional de Saúde do Norte (ARS-N) indicou à Lusa que “com a transferência esta tarde de mais cinco doentes” o hospital Fernando Pessoal acolhe já “um total de 20” provenientes do CHTS.

Nos últimos dias, a região do Tâmega e Sousa sido alvo de preocupações devido ao aumento de casos de infeção pelo novo coronavírus.

A região inclui Paços de Ferreira, Lousada e Felgueiras, concelhos onde vigora o dever de permanência no domicílio, decretado há cerca de uma semana pelo Conselho de Ministros.

Esta região é servida pelo CHTS que, com unidades em Penafiel e em Amarante, acolhe “cerca de 180” doentes covid-19, “o correspondente a 10% dos internamentos nacionais”, de acordo com dados revelados à Lusa hoje pela secção regional do Norte da Ordem dos Médicos.

Numa reportagem de quinta-feira publicada pelo Expresso leem-se relatos de médicos que apontam para a “rutura do hospital”: Sentimo-nos em Itália mas sem que seja reconhecido isso. É como se as paredes não permitissem que se visse para dentro”, referiu uma das profissionais.

No comunicado de hoje, o HFA acrescenta que o transporte de doentes foi realizado por “ambulâncias da região” e que estes doentes “juntam-se a outros 10, que já se encontravam internados [no polo do Porto], provenientes do Hospital de São João e do Hospital de Santo António”.

“No HFAR-Polo de Lisboa encontram-se internados cinco doentes infetados, provenientes do Hospital Beatriz Ângelo, em Loures”, acrescenta o Hospital das Forças Armadas.

19:28

Penacova ativa Plano Municipal de Emergência e Proteção Civil

O Plano Municipal de Emergência e Proteção Civil de Penacova foi acionado às 15:00 de hoje, face ao agravamento da situação epidemiológica provocada pela covid-19 no concelho e no país, anunciou a autarquia.

O objetivo é "garantir uma resposta articulada e coordenada" à epidemia, sendo a cooperação institucional e operacional assegurada pelo funcionamento permanente da Comissão Municipal de Proteção Civil e do Serviço Municipal de Proteção Civil, justifica.

Segundo a autarquia, "caberá a esta estrutura de coordenação, na fase de emergência e reabilitação, a colaboração na implementação das medidas e ações relativas à minimização ou contenção da propagação da pandemia" e dos seus efeitos.

"A definição de ações na fase de emergência e reabilitação, em termos de garantias de funcionamento de atividades essenciais à contenção da doença e à vivência individual e coletiva, bem como o contacto e coordenação com todas as instituições particulares, empresariais ou autárquicas" são outras tarefas, acrescenta.

O facto de ter sido acionado o Plano Municipal de Emergência e Proteção Civil levou também à "instalação de um gabinete de crise covid-19 multidisciplinar".

"Os serviços municipais e todos os trabalhadores municipais estão mobilizados, sem qualquer reserva, para todas as ações inerentes à proteção civil", acrescenta.

19:28

Ordem dos Médicos critica descoordenação entre hospitais na região Centro

A Ordem dos Médicos do Centro criticou hoje a "franca descoordenação que existe" entre todos os hospitais na região, defendendo uma resposta integrada e em rede para uma melhor resposta à pandemia da covid-19.

"Há uma impreparação das medidas que já deviam ter sido adotadas e concretizadas, nomeadamente a franca descoordenação que existe entre todos os hospitais, em que parece que temos vários comboios e que cada comboio anda à sua velocidade. Aquilo que necessitamos é de uma resposta integrada que não existe", afirmou o presidente da Secção Regional do Centro da Ordem dos Médicos, Carlos Cortes.

O responsável falava aos jornalistas após uma reunião que a Ordem dos Médicos do Centro, o Sindicato Independente dos Médicos e o Sindicato dos Médicos da Zona Centro solicitaram à Administração Regional de Saúde do Centro (ARSC).

Para Carlos Cortes, não existe neste momento uma resposta integrada "porque os hospitais têm dificuldade em ligação em rede", sendo que, neste momento de pandemia, era necessária "uma voz de comando e a ministra da Saúde não é essa voz de comando".

Para além disso, o presidente da Ordem dos Médicos do Centro apontou para problemas como a ineficiência do encaminhamento a partir da linha SNS 24 e a desadequação e obsolescência de programas informáticos utilizados para lidar com a pandemia.

Carlos Cortes reafirmou ainda a necessidade de a tutela nomear os conselhos de administração das unidades locais de saúde (ULS) da Guarda e de Castelo Branco.

"O conselho de administração de Castelo Branco está amputado de dois membros [de um total de cinco] e está há dez meses para ser nomeada. Não se consegue trabalhar de forma eficiente assim", frisou.

Já Noel Carrilho, do Sindicato dos Médicos da Zona Centro, considerou que a ARSC continua com a "ilusão da capacidade de resposta do Serviço Nacional de Saúde" ao negar que haja atrasos nas consultas nos centros de saúde.

"Os médicos de família nunca tiveram tanto volume de trabalho como agora. [...] Não consigo perceber esta ilusão criada dentro do ministro e das ARS que com os mesmos recursos é possível dar assistência a doentes covid e não covid", alertou.

O secretário regional do Centro do Sindicato Independente dos Médicos, José Carlos Almeida, corroborou Carlos cortes, referindo que há "uma total descoordenação na assistência inter-hospitalar".

Para o delegado sindical, a falta de recursos humanos também o preocupa, considerando que cada vez mais utentes "se queixam que têm consultas adiadas e menos acesso à saúde", o que poderá levar a um aumento da violência contra os profissionais de saúde, face à "falsa perceção da população de que os médicos de família estão nos centros de saúde e não estão a trabalhar".

19:21

Federação dos Sindicatos dos Enfermeiros quer fim do boletim epidemiológico

A Federação Nacional dos Sindicatos dos Enfermeiros (FENSE) pediu hoje ao Presidente da República para que sensibilize o Governo para pôr fim ao boletim epidemiológico diário sobre a covid-19, considerando que esta informação produz um efeito negativo na população.

“Deve-se acabar com o boletim epidemiológico porque a informação é tão constante, absorvente e inútil que produz diretamente um efeito negativo na população que não vai aos hospitais e centros de saúde”, disse aos jornalistas o porta-voz da FENSE, José Correia Azevedo, no final de uma audiência com o Presidente da República.

José Correia Azevedo considerou que a informação que consta do boletim, número de mortos e novos caos, é “de tal maneira prejudicial que as pessoas esquecem-se que têm patologias muito mais agressivas do que aquelas que a covid-19 comporta”.

O porta-voz da FENSE pediu a Marcelo Rebelo de Sousa para sensibilizar o Governo para “acabar imediatamente” com o boletim epidemiológico.

O sindicalista referiu que há doentes a fazer tratamentos de doenças graves com medo de ir aos hospitais porque “têm medo de serem contagiados”.

José Correia Azevedo defendeu que não se deve acabar com as estatísticas, mas seria importante ter um certo cuidado na sua divulgação.

A audiência da Federação Nacional dos Sindicatos dos Enfermeiros decorreu no âmbito de uma ronda que o Presidente da República está a realizar sobre o desenvolvimento da pandemia de covid-19 em Portugal, com várias personalidades ligadas ao setor da Saúde e setor social e que já incluíram ex-ministros, ordens profissionais, sindicatos e associações.

A FENSE foi a segunda estrutura que o chefe de Estado recebeu hoje à tarde, depois do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses.

18:46

ACT quer pais de crianças com deficiência mais informados sobre direitos laborais

Uma das diretoras regionais da Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT) defendeu hoje em Santa Maria da Feira que há mecanismos de assistência a crianças com deficiência que os respetivos pais desconhecem e deviam impor às entidades patronais.

Vanda Caramelo abordou o tema no III Encontro de Cuidadores de Crianças e Jovens com Deficiência em Idade Escolar, iniciativa que a Câmara Municipal da Feira, no distrito de Aveiro, promoveu para analisar os direitos de trabalhadores que, enquanto pais e adotantes, têm que acompanhar filhos com incapacidades ou doença crónica no contexto atual da pandemia de covid-19.

"É uma utopia achar que vai ser a entidade patronal a informar o trabalhador de que há este e aquele mecanismo legal a que ele pode recorrer se tem filhos com deficiência. Têm que ser os pais destas crianças a informar-se devidamente dos seus direitos para depois os poderem exigir", declarou essa responsável à Lusa.

Para pais de crianças com doença crónica ou incapacidade, a lei até prevê mais recursos do que os disponíveis para famílias de menores sem tais limitações, mas Vanda Caramelo admite que "ainda há muito desconhecimento sobre esses direitos", o que, no atual contexto epidemiológico, vem dificultando ainda mais a gestão familiar e profissional de muitos agregados.

"O Código do Trabalho não é especialmente rico quanto a este tema, mas contextualiza de facto os direitos que estes pais e adotantes podem invocar enquanto trabalhadores responsáveis por crianças com deficiência", garante.

Entre os mecanismos legais ainda pouco aproveitados pelas famílias com crianças portadoras de deficiência inclui-se a maior flexibilização do horário laboral e a possibilidade de exercício profissional a tempo parcial.

"São opções pouco utlizadas sobretudo por desconhecimento dos pais ou devido à pressão exercida por parte dos empregadores", admite a diretora regional da ACT.

Outro recurso pouco explorado é o das licenças para assistência à família, que, no caso de trabalhadores que tenham a cargo crianças com deficiência ou cronicamente doentes, "têm um período de validade mais alargado, que pode ir até aos seis anos" e é superior ao disponível para menores sem esses constrangimentos de saúde.

"O limite de idade também é maior do que em relação às outras crianças, mas é um direito que muitos pais ainda parecem desconhecer", realça Vanda Caramelo.

A diretora da ACT do Entre Douro e Vouga assume que "a sociedade atual está muito mais sensível à problemática da deficiência do que acontecia noutros tempos", mas reconhece que "continuarão a existir empresas que procuram evitar as suas responsabilidades", o que torna essencial que todas as ocorrências irregulares sejam devidamente comunicadas às autoridades.

"A forma ideal de contactar a ACT é através do nosso site, onde há uma secção própria para denúncias. A partir do momento em que o reclamante preenche todos os dados, a situação é automaticamente encaminhada para um dos 32 serviços descentralizados que a ACT tem pelo país, para ser tratada pelo centro regional adequado", explica.

O denunciante terá "confidencialidade sempre garantida", pelo que Vanda Caramelo apela a que sejam os próprios envolvidos a denunciar os seus problemas, sem receio de as respetivas entidades patronais conhecerem a origem da queixa.

"Quando é o próprio trabalhador a denunciar o caso e nos deixa os seus contactos, é mais fácil desenvolver a nossa ação inspetiva porque podemos pedir-lhe detalhes e esclarecimentos adicionais para preparar melhor o processo. Os interessados podem fazer essa queixa sem receio porque todos os funcionários da ACT estão sob o devido dever de reserva e sigilo", conclui.

18:45

Antigo hospital de Paços de Ferreira será Centro Distrital de Retaguarda

O antigo hospital da Misericórdia de Paços de Ferreira, na região do Tâmega e Sousa, vai acolher o segundo Centro Distrital de Retaguarda covid-19 do distrito do Porto, revelou hoje o presidente da Comissão Distrital de Proteção Civil.

Em declarações à agência Lusa, Marco Martins adiantou que o antigo hospital, que pertence à Misericórdia de Paços de Ferreira, terá capacidade para 40 camas.

O presidente da Comissão Distrital de Proteção Civil adiantou ainda que “está a ser ponderada e discutida a possibilidade de abrir um terceiro centro na zona de Penafiel”.

À semelhança do primeiro Centro Distrital de Retaguarda covid-19, instalado no Seminário do Bom Pastor em Ermesinde, Valongo, que começou a receber doentes na segunda-feira, a estrutura de Paços de Ferreira servirá para infetados pelo novo coronavírus em condições de continuar a recuperação fora dos hospitais.

Em causa estão doentes que não tenham retaguarda ou condições em casa ou nas instituições onde vivem.

“O objetivo é retirar pressão aos hospitais”, disse à Lusa o também presidente da câmara de Gondomar.

Nos últimos dias, a região do Tâmega e Sousa sido alvo de preocupações devido ao aumento de casos de infeção pelo novo coronavírus.

A região inclui Paços de Ferreira, Lousada e Felgueiras, concelhos onde vigora o dever de permanência no domicílio, decretado há cerca de uma semana pelo Conselho de Ministros.

Esta região é servida pelo Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa (CHTS) que, com unidades em Penafiel e em Amarante, acolhe “cerca de 180” doentes covid-19, “o correspondente a 10% dos internamentos nacionais”, de acordo com dados revelados à Lusa hoje pela secção regional do Norte da Ordem dos Médicos.

Além da situação no Tâmega e Sousa, esta semana está a ser marcada pelas preocupações e reivindicações de vários autarcas do distrito do Porto sobre o crescente aumento de casos na região.

“Vamos aguardar, com expectativa, as resoluções do Conselho de Ministros [marcado para sábado]. Se não forem objetivas e se houver margem de decisão para as autarquias, temos uma reunião pré-agendada para sábado”, apontou Marco Martins.

O autarca adiantou que, “a realizar-se, a reunião servirá para uniformizar medidas” e contará com a presença do secretário de Estado Eduardo Pinheiro, também responsável pela coordenação da situação de calamidade na região Norte do país.

18:30

Sindicato dos Enfermeiros defende controlo das cadeias e plano para idosos

O Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP) considerou hoje que um novo confinamento para travar o aumento de infeções por covid-19 só é suficiente caso exista um controlo das cadeias de transmissão e um plano de apoio aos idosos.

“Por mais medidas que restrinjam liberdades de circulação ou de contacto, elas serão sempre insuficientes se não houver um perfeito controlo das cadeias de transmissão, porque é isso que dinamiza o aumento de novos casos, e se não existirem medidas sobre os idosos”, disse José Carlos Martins, presidente do SEP, no final de uma audiência com o Presidente da República.

Em declarações aos jornalistas, o sindicalista precisou que “só confinar não é suficiente”.

Nesse sentido, defendeu um plano para apoiar os idosos que todos os anos, principalmente durante o inverno, vão com frequência às urgências e muitas vezes são internados em enfermarias ou nos cuidados intensivos.

Segundo o presidente do sindicato, este plano consistia em admitir mais enfermeiros para as unidades de cuidados na comunidade que funcionam junto dos centros de saúde, sendo a principal missão fazer visitas regulares a estes idosos e acompanhá-los permanentemente para evitar deslocações às urgências.

José Carlos Martins afirmou que “há um enorme défice de resposta” aos cerca de 3,5 milhões de idosos que não vivem nos lares.

O presidente do SEP defendeu também junto de Marcelo Rebelo de Sousa um reforço das unidades de saúde pública que fazem os inquéritos epidemiológicos, considerando ser uma questão determinante para travar o aumento dos casos.

“Hoje há muita dificuldade, fruto do défice e da carência de recursos humanos, do acompanhamento das cadeias de transmissão. Devia haver uma admissão imediata de pessoas qualificadas com programas de formação intensivo para realizarem os inquéritos epidemiológicos”, disse, afirmando que este trabalho pode ser feito por outros profissionais porque não se trata de atividades de vigilância clínica.

A audiência de José Carlos Martins decorreu no âmbito de uma ronda que o Presidente da República está a realizar sobre o desenvolvimento da pandemia de covid-19 em Portugal, com várias personalidades ligadas ao setor da Saúde e setor social e que já incluirão ex-ministros, ordens profissionais, sindicatos e associações.

Segundo José Carlos Martins, atualmente o contacto das pessoas que estiveram com um infetado por demorar até 10 dias, quando as normas recomendam que seja até 48 horas.

O sindicalista considerou ainda que o Governo deve iniciar o processo de regulamentação dos sistemas locais de saúde e a sua implementação no terreno, que está previsto na nova lei de base da saúde, para permitir um funcionamento articulado do conjunto das entidades locais para responder localmente.

18:30

Governo assegura pagamento da produção integrada aos agricultores em novembro

O Ministério da Agricultura indicou hoje à Lusa que o pagamento da segunda tranche do adiantamento da medida produção integrada, incluída no Programa de Desenvolvimento Rural (PDR) 2020, vai ser processado na primeira quinzena de novembro.

A Confederação Nacional da Agricultura (CNA) disse que o Governo falhou o adiantamento da medida produção integrada no valor de 25 milhões de euros, cujo pagamento estava previsto para o final do corrente mês.

Questionado pela Lusa, o ministério liderado por Maria do Céu Antunes esclareceu que “o pagamento da segunda tranche do adiantamento da medida M7.2 – Produção Integrada, inicialmente previsto para 30 de outubro, será processado durante a primeira quinzena do mês de novembro”, sem adiantar os motivos que levaram ao atraso.

Em comunicado, a CNA notou que, entre as medidas do PDR 2020, que necessitam de comparticipação nacional, que iriam ser alvo de adiantamento encontram-se a manutenção da atividade agrícola em zonas desfavorecidas e as medidas agroambientais, onde se incluí a produção integrada.

No entanto, apenas as primeiras foram concretizadas.

Em falta, segundo a CNA, está o adiantamento da medida produção integrada no valor de mais de 25 milhões de euros, que se deve “a razões puramente orçamentais e economicistas”.

Para a confederação isto justifica-se com o facto de o Governo não ter libertado as verbas a tempo de pagar medidas que implicam cerca de seis milhões de euros do Orçamento do Estado, sendo a restante verba assegurada por Bruxelas.

18:21

Norte com "novos focos" de contágio em Trás-os-Montes, Arouca e Cinfães

A Associação Portuguesa de Geógrafos (APG) alertou hoje que estão a surgir “novos focos” de contágio de infeção pelo SARS-CoV-2 a Norte, em Trás-os-Montes, Arouca e Cinfães, onde a percentagem de infetados é “elevada” face à dos residentes.

“Temos uma mancha no nordeste, junto a Bragança, que são concelhos de maior dimensão mas com menos população, e depois temos focos soltos, como Cinfães, que faz ligação direta com Arouca e acaba por ter ligações com o Vale do Sousa porque está na mesma comunidade intermunicipal”, explicou à Lusa Pedro Chamusca, da direção da APG, com base nos mapas da distribuição geográfica da evolução da epidemia, feitos a partir dos dados da Direção-Geral de Saúde.

O também investigador na Universidade de Aveiro observou que, atualmente, “são 45 os concelhos que têm 100 ou mais casos por 10 mil habitantes e desses 25 são na região Norte”.

Segundo Pedro Chamusca, a variação de casos do novo coronavírus, que provoca a covid-19, “não está a crescer com uma intensidade tão forte na Área Metropolitana do Porto (AMP), mas mais no Vale do Sousa e prolongando-se para o interior, quase que acompanhando o Douro”.

O académico observou que os mapas mostram “uma mancha muito forte no Porto”, que se têm vindo a “densificar muito” por outras regiões.

Entre elas está o Vale do Sousa que, segundo o académico, neste momento, tem “indicadores semelhantes ao Porto”, apesar de ser uma área com menos densidade populacional.

Há ainda “outros focos”, nomeadamente em Trás-os-Montes, com um conjunto de concelhos como Bragança, Mogadouro e Macedo de Cavaleiros com “uma elevada percentagem de infetados face ao número de residentes”.

O mesmo se passa em Arouca e Cinfães, concelhos que têm 100 ou mais casos por 10 mil habitantes, acrescentou o especialista.

Na região Norte, os mapas exibem uma “mancha muito forte” que interliga a zona de Vila Nova de Gaia, região do Vale do Sousa, Vila Verde (no distrito de Braga) e Póvoa do Varzim”.

Essa mancha, segundo o académico, alarga-se “cada vez mais”.

Questionado sobre a eventualidade de serem aplicadas medidas mais restritivas a outros concelhos, à semelhança dos três do Vale do Sousa, o académico afirmou que para tal é fundamental “perceber o que está a promover um ritmo mais forte de contaminação em cada um dos ‘nortes’ que existem dentro da região Norte”.

Especialistas alertaram na quarta-feira que a região Norte poderá atingir 7.000 novos casos de infeção pelo SARS-CoV-2 na próxima semana.

Ouvidos pela Lusa, afirmaram existirem “vários concelhos” num “patamar semelhante” aos três do Tâmega e Sousa onde, na sexta-feira, foram impostas medidas mais restritas.

17:57

Rede consular de Portugal em França continua a funcionar "sem alterações"

 Os consulados-gerais em Paris, Lyon, Marselha, Bordéus, Estrasburgo e o vice-consulado em Toulouse que servem os cidadãos portugueses em França vão continuar a funcionar apesar do novo período de confinamento no país, garantiu o embaixador português.

"Sem prejuízo de eventuais novas medidas que possam vir a ser anunciadas ou uma evolução negativa da situação sanitária, a rede consular neste país continuará a funcionar sem alterações", pode ler-se numa mensagem publicada nas páginas da internet dos diversos consulados e assinada pelo embaixador de Portugal em Paris, Jorge Torres Pereira.

O novo período de confinamento no país começou esta sexta-feira e deve estar em vigor, pelo menos, até dia 01 de dezembro. Neste confinamento, ao contrário do que aconteceu na primavera, as autoridades francesas decidiram que os serviços públicos ficam abertos e acessíveis a todos.

No primeiro confinamento, os consulados portugueses em França apenas atenderam pedidos urgentes, mas as autoridades portuguesas decidiram agora pela manutenção da atividade destas estruturas onde é possível não só fazer o cartão do cidadão ou passaporte, mas também registar nascimentos e outros atos burocráticos.

No entanto, na missiva do embaixador, este pede aos portugueses que residem em França que o recurso aos consulados seja "limitado ao estritamente necessário ou urgente" de forma a salvaguardar o "bem-estar" dos utentes e funcionários.

A maioria dos atendimentos nos consulados portugueses em França é feita através de marcação e, desde maio, estas estruturas da diplomacia portuguesa obedecem às regras sanitárias em vigor no país.

17:40

Mais de 10 milhões de casos detetados na Europa

Mais de 10 milhões de contaminações com o novo coronavírus foram identificados na Europa, desde o início da crise sanitária neste continente, de acordo com uma contagem feita pela agência France Presse.

Os 52 países da região constituem a terceira área mais afetada no mundo em número de casos, atrás da América Latina e Caribe (11,2 milhões de casos) e da Ásia (10,5).

Em termos de número total de mortes, a Europa está em segundo lugar com quase 275.000 mortes, atrás da América Latina e do Caribe (quase 399.000) e à frente dos Estados Unidos e Canadá (239.000).

A Europa é a região do mundo onde a epidemia mais progride atualmente e onde o número de novos casos detetados aumentou 41% numa única semana, tendo sido identificadas aí metade das novas infeções nos últimos sete dias no mundo.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 1,1 milhões de mortos e mais de 45,1 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

17:27
VÍDEO

Cristiano Ronaldo testa negativo à covid-19 passados 18 dias

Cristiano Ronaldo testou negativo para a covid-19.

O internacional português esteve infetado com o novo coronavírus 18 dias e realizou cerca de 20 testes de despiste.

Há 2h e 36min
17:27

Beja tem mais 30 camas para pessoas infetadas ou em isolamento

A Câmara de Beja criou dois postos de retaguarda na cidade com mais 30 camas destinadas a pessoas em isolamento profilático ou infetadas com o vírus da doença covid-19, devido ao "agravamento" da pandemia no concelho.

Os espaços, previstos no plano de contingência do município devido à covid-19, foram criados para "reforçar a capacidade" de resposta em termos de postos de retaguarda, porque a situação epidemiológica no concelho "agravou-se", explicou hoje à agência Lusa o presidente da Câmara de Beja, Paulo Arsénio.

Segundo o autarca, as 30 camas vêm juntar-se às 70 do Centro de Acolhimento da Base Aérea N.º 11 e às 50 montadas no Regimento de Infantaria N.º 1 do Exército Português, perto da cidade, elevando para 150 o número de camas de retaguarda existentes no concelho.

O autarca disse que, no início da pandemia, foram criados vários postos de retaguarda na cidade, os quais, devido ao "reduzido" número de infeções no concelho de Beja durante vários meses, "não se revelaram necessários" e foram desativados em maio e junho, após o fim do Estado de Emergência e da retoma das atividades.

Por isso, "a capacidade foi sendo reduzida" e, agora, "devido ao agravamento da situação epidemiológica" no concelho, que, atualmente, tem mais de 200 casos de infeção ativos, o município decidiu "retomar um pouco o plano e reforçar a capacidade".

Por outro lado, frisou, arrancou este mês a campanha olivícola de 2020/2021, o que faz com que haja "uma presença muito forte" de comunidades de imigrantes a viver e a trabalhar na apanha da azeitona no concelho de Beja até fevereiro e em "muito maior número do que noutras alturas do ano".

"Se tivermos algum problema de covid-19 no seio destas comunidades, poderemos ser obrigados a ter de recorrer a uma destas estruturas de retaguarda", frisou.

Segundo o autarca, um dos novos postos destina-se a pessoas sem condições para cumprir em casa isolamento profilático determinado por autoridades de saúde e dispõe de 24 camas distribuídas por quatro tendas montadas e várias cabines de duche e casas de banho portáteis instaladas no Pavilhão Institucional do Parque de Feiras e Exposições de Beja.

O outro posto, instalado no edifício do Aeródromo Municipal de Beja, que está situado perto da cidade, dispõe de seis camas destinadas a pessoas infetadas com o vírus que provoca a doença covid-19 e sem condições para poderem fazer a recuperação em casa.

17:27
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PSP controla entradas do concelho do Porto

Está em vigor a proibição de circulação entre concelhos limítrofes até à próxima terça-feira.

Os condutores que tentam circular entre o concelho de Vila Nova de Gaia e o Porto estão a ser fiscalizados e têm de explicar os motivos da travessia.

Há 2h e 37min
17:27
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PSP fiscaliza circulações na Ponte 25 de Abril

Está em vigor a proibição de circulação entre concelhos limítrofes até à próxima terça-feira.

Em Lisboa, a PSP está a consciencializar e fiscalizar todos os condutores que tentam entrar no tabuleiro da Ponte 25 de Abril.

Há 2h e 38min
17:24

CNA diz que Governo falhou o pagamento de 25 ME aos agricultores

A Confederação Nacional da Agricultura (CNA) disse hoje que o Governo falhou o adiantamento da medida produção integrada, incluída no Programa de Desenvolvimento Rural (PDR) 2020, no valor de 25 milhões de euros.

“Uma das medidas de mitigação dos prejuízos causados pela pandemia de covid-19, várias vezes discutidas e reclamadas pelos agricultores, foi o adiantamento das ajudas […]. O adiantamento só veio a acontecer no final do mês de agosto e apenas para algumas medidas, comprometendo-se o Governo a pagar a maioria agora no final de outubro e outras no final do ano”, apontou, em comunicado, a CNA.

Conforme indicou esta confederação, entre as medidas do PDR 2020, que necessitam de comparticipação nacional, que iriam ser alvo de adiantamento encontram-se a manutenção da atividade agrícola em zonas desfavorecidas e as medidas agroambientais, onde se incluí a produção integrada.

No entanto, apenas as primeiras foram concretizadas.

Em falta, segundo a CNA, está o adiantamento da medida produção integrada no valor de mais de 25 milhões de euros, que se deve “a razões puramente orçamentais e economicistas”.

Para a confederação isto deve-se ao facto de o Governo não ter libertado as verbas a tempo de pagar medidas que implicam cerca de seis milhões de euros do Orçamento do Estado, sendo a restante verba assegurada por Bruxelas.

“A CNA considera esta situação inadmissível e reclama, desde já, que estes pagamentos sejam de facto realizados durante a primeira quinzena de novembro”, vincou.

No mesmo documento, a confederação da agricultura acrescentou que o executivo não tem executado, nos últimos anos, algumas verbas inscritas no orçamento, nomeadamente para o regadio ou a medida da eletricidade verde, prevista no orçamento suplementar.

Adicionalmente, a CNA reclama a garantia de que, até dezembro, esteja assegurada a comparticipação nacional para a “normal execução” do PDR 2020.

17:22

Cáritas ajusta medidas em lar da Figueira da Foz com 63 infetados

A Cáritas de Coimbra informou hoje que 62 utentes e um profissional de saúde do lar da instituição na Figueira da Foz estão infetados com covid-19, podendo as medidas ser revistas em função de novos dados.

O presidente da Cáritas Diocesana, Luís Costa, confirmou à agência Lusa o surto no lar Nossa Senhora da Encarnação, em Buarcos, no concelho da Figueira da Foz (distrito de Coimbra), e disse que as medidas em curso, articuladas com o delegado de saúde do concelho, “deverão ser ajustadas” à medida que forem conhecidos os resultados de novos testes.

Por exemplo, dos últimos testes efetuados, 31 tiveram resultado negativo e vão ser repetidos.

“Aguardamos a evolução dos acontecimentos. Não temos a convicção que estes casos sejam mesmo negativos”, afirmou o padre Luís Costa.

O responsável da Cáritas Diocesana de Coimbra explicou que, por precaução, “todos os utentes estão a ser 'trabalhados' como positivos”.

“Cinquenta profissionais do lar foram testados ontem [quinta-feira]”, referiu.

Um dos utentes infetado tinha dado entrada num hospital do Coimbra, para uma cirurgia, quando a unidade de saúde verificou que estava contagiado pelo novo coronavírus, detetado em dezembro em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Luís Costa disse que o lar afetado tem capacidade para acolher 106 idosos, mas que apenas 99 vagas estão atualmente preenchidas.

Para as situações de isolamento, o edifício de Buarcos dispõe de duas alas que podem utilizadas, referiu.

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