Eleições EUA ao minuto

Ao minuto, todas as informações de uma semana intensa em que se decidiu quem vai ocupar a Casa Branca a partir de janeiro
03 Novembro 2020

AO MINUTO

00:24

Costa espera de Joe Biden regresso da relação transatlântica e do multilateralismo

O primeiro-ministro afirmou hoje esperar que a eleição de Joe Biden para Presidente dos Estados Unidos represente o "renascer" da relação transatlântica e o regresso deste país ao multilateralismo na resolução dos problemas globais.

Estas posições foram transmitidas por António Costa na parte final da entrevista à TVI, depois de questionado sobre a vitória do candidato democrata nas eleições presidenciais norte-americanas.

Tenho a esperança de que com a eleição de Joe Biden possa renascer a relação transatlântica, o que é particularmente importante para um país como Portugal, precisamente com a sua dimensão atlântica que as regiões autónomas proporcionam, tendo uma relação única com os Estados Unidos da América no seio da Europa. Portanto, acho que isto é uma oportunidade", sustentou.

Para António Costa, "quer a relação entre a Europa e os Estados Unidos, quer o facto de Joe Biden ter dito que no primeiro dia do seu mandato vai regressar ao Acordo de Paris, dá obviamente um alento a todos aqueles que percebem que as alterações climáticas são mesmo a maior prioridade para a subsistência da humanidade".

Quando Joe Biden diz que quer fazer uma grande convenção global para a defesa da democracia, o combate à corrupção, aos totalitarismos, pela promoção dos direitos humanos, isso é uma boa notícia. Quando [Joe Biden] quer retomar uma visão multilateral - e esperemos que os Estados Unidos regressem à Organização Mundial da Saúde (OMS) -, acho que isto são boas notícias para o mundo", acrescentou o primeiro-ministro.

22:54

Mark Esper recordado por recusar usar Exército na repressão de protestos nos EUA

O secretário de Defesa, Mark Esper, demitido hoje por Donald Trump, vai ser recordado por se ter oposto à pretensão do Presidente em utilizar o Exército na repressão dos protestos contra a brutalidade policial nos últimos meses.

Através de uma mensagem na rede social Twitter, Trump anunciou a destituição de Esper e a sua substituição interina pelo diretor do Centro Nacional de Contraterrorismo, Christopher C. Miller.

Trump ameaçou repetidamente enviar todo o tipo de forças, incluindo militares, para reprimir aqueles protestos, cujas manifestações em alguns casos foram acompanhadas de violência e saques, o que levou Esper a anunciar a sua oposição a tal ideia, durante uma conferência de imprensa no Pentágono.

Esta atitude de Esper provocou a fúria de Trump, que o quis demitir imediatamente.

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Da Venezuela à Rússia, líderes mundiais reagem à eleição de Biden

Por todo o mundo, multiplicam-se as mensagens políticas de felicitações pela vitória de Joe Biden e de Kamala Harris.

Foi uma dança dos twitters oficiais, a via escolhida por quase todos os líderes mundiais para saudar a dupla vencedora nos Estados Unidos.

8 nov 2020, 15:01
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Biden quer restaurar a "alma" dos Estados Unidos e unir um país dividido

Depois de ter sido declarado vencedor, Joe Biden anunciou que quer restaurar a alma da América e  levá-la novamente a ser o farol do mundo.

O democrata prometeu unir os norte-americanos e acabar com as divisões e o ódio entre os que votaram nele e os que votaram em Trump.
 

8 nov 2020, 14:53
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Eleições EUA: democratas em festa nas ruas após vitória de Biden

As eleições nos Estados Unidos mostraram um país competamente dividido e esse será o primeiro grande desafio do novo presidente.

Por agora, as ruas de grandes cidades norte-americanas celebram a vitória democrata e o fim de quatro anos de governação de Donald Trump.
 

8 nov 2020, 14:24
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Filipinas e Malásia esperam estreitar laços com presidente eleito

O chefe de Estado das Filipinas e o primeiro-ministro da Malásia destacaram hoje as relações com os Estados Unidos, ao felicitar o Presidente eleito Joe Biden, nas presidenciais de 03 de novembro.

"Em nome da nação filipina", Rodrigo Duterte "felicita o antigo vice-Presidente Joe Biden, depois de ser eleito o novo Presidente dos Estados Unidos", de acordo com um comunicado divulgado pela presidência das Filipinas.

"As Filipinas e os Estados Unidos têm relações bilaterais e estamos comprometidos em estreitar ainda mais os laços com os Estados Unidos durante a administração Biden", acrescentou a mesma nota.

As Filipinas são um dos principais aliados históricos de Washington no Sudeste Asiático e os Estados Unidos contam várias bases militares em território filipino, mas durante a sua administração, Duterte aproximou-se da Rússia e da China.

Por seu lado, o primeiro-ministro da Malásia, Muhyiddin Yassin, destacou a "histórica vitória" eleitoral de Biden, em comunicado.

País do Sudeste Asiático diplomaticamente próximo dos Estados Unidos, a "Malásia dá grande importância às relações" com Washington, indicou o responsável, citado numa nota.

"A Aliança de Cooperação Global EUA-Malásia continua a ser o marco geral de uma colaboração proativa, multifacetada e mutuamente benéfica para os dois países", acrescentou o primeiro-ministro malaio.

Joe Biden foi anunciado, no sábado, como vencedor das eleições presidenciais de 03 de novembro, de acordo com projeções dos ‘media’ norte-americanos.

Segundo as projeções, Biden totaliza 290 “grandes eleitores” do Colégio Eleitoral, derrotando o candidato republicano e atual Presidente Donald Trump.

A posse de Biden como 46.º Presidente dos Estados Unidos está marcada para 20 de janeiro de 2021.

 

08:30

Primeiro-ministro de Israel felicita Joe Biden

O primeiro-ministro israelita felicitou hoje Joe Biden, que considerou um "grande amigo" de Israel, pela vitória nas presidenciais norte-americanas de 03 de novembro.

"Parabéns a Joe Biden e Kamala Harris. Joe, conhecemo-nos há quase 40 anos, a nossa relação é calorosa, e sei que és um grande amigo de Israel", escreveu Benjamin Nethanyahu, na mensagem na rede social Twitter.

"Espero poder, convosco, aprofundar ainda mais a aliança especial que une os Estados Unidos e Israel", acrescentou Netanyahu, que antes tinha qualificado o atual Presidente norte-americano, Donald Trump, como o "melhor amigo que Israel alguma vez teve na Casa Branca".

Trump deixou uma marca em Israel, com o reconhecimento de Jerusalém como capital do Estado hebreu, o apoio à colonização da Cisjordânia ocupada e à anexação dos montes Golã, bem como na normalização das relações entre Israel e os países árabes.

Netanyahu esperava, como a maioria dos israelitas, a vitória de Trump nas presidenciais dos Estados Unidos.

De acordo com duas sondagens recentes, 63% dos israelitas preferiam Trump a Biden (17-18%), cujos apoiantes seriam menos numerosos do que os indecisos (20%).

No entanto, Joe Biden conhece Israel há muito, tendo visitado pela primeira vez o país em 1973. E em 2015, defendeu que os Estados Unidos deviam respeitar a "promessa sagrada de proteger o lar de origem dos judeus".

Apesar dos laços profundos e da visita de nove responsáveis democratas contra sete republicanos a Israel desde 2017, de acordo com dados da diplomacia israelita, vários no país olham com desconfiança para Joe Biden.

Deputados israelitas afirmaram recear a emergência de uma nova geração, considerada menos favorável e até hostil, ao Estado hebreu no Partido Democrata norte-americano e também um enfraquecimento da política de Washington em relação ao Irão.

O líder da oposição israelita, o centrista Yair Lapid, que recentemente manifestou preocupação com a emergência de "vozes radicais" e "anti-Israel" entre os democratas norte-americanos, já tinha felicitado, no sábado, Joe Biden e Kamala Harris, aos quais pediu um reforço das relações com Israel, com base em "valores e interesses" dos dois países.

08:00

Austrália e Nova Zelândia felicitam Joe Biden e Kamala Harris

Os primeiros-ministros da Austrália e da Nova Zelândia felicitaram hoje o Presidente eleito dos Estados Unidos, o democrata Joe Biden.

"Felicidades a Joe Biden e Kamala Harris. A Austrália deseja-vos os maiores êxitos nos cargos. A aliança Austrália-Estados Unidos é profunda e duradoura, assente em valores comuns. Espero trabalhar convosco de forma estreita, num momento em que o mundo enfrenta muitos desafios", disse o primeiro-ministro conservador australiano, Scott Morrison, numa mensagem publicada na rede social Twitter.

Também a chefe do Governo neozelandês, Jacinda Ardern, felicitou o Presidente e a vice-Presidente eleitos dos Estados Unidos, depois de vários meios de comunicação social norte-americanos terem confirmado que Biden tinha conseguido o número suficiente de "grandes eleitores" do Colégio Eleitoral para garantir a vitória.

"Com os muitos temas que enfrenta a comunidade internacional, a vossa mensagem de unidade é algo que também partilhamos. A Nova Zelândia espera trabalhar convosco", afirmou Ardern, também numa mensagem no Twitter.

Num comunicado emitido pelo seu Governo, a primeira-ministra trabalhista destacou que a "Nova Zelândia vai continuar a trabalhar lado a lado com os Estados Unidos nos assuntos que importam aos dois países, incluindo a prosperidade, a segurança e a sustentabilidade nas regiões do Indo-Pacífico e nas ilhas do Pacífico".

Joe Biden foi anunciado, no sábado, como vencedor das eleições presidenciais de 03 de novembro, de acordo com projeções dos ‘media’ norte-americanos.

Segundo as projeções, Biden totaliza 290 “grandes eleitores” do Colégio Eleitoral, derrotando o candidato republicano e atual Presidente Donald Trump.

A posse de Biden como 46.º Presidente dos Estados Unidos está marcada para 20 de janeiro de 2021.

02:20
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Joe Biden: "Percebo a desilusão de quem votou Trump, mas vamos dar-nos uma oportunidade"

No discurso de aceitação da presidência dos Estados Unidos, Joe Biden pretendeu unir o país, falando em especial para aqueles que votaram em Donald Trump. A eles, Joe Biden pede que lhe deem uma oportunidade.

8 nov 2020, 02:17
02:20
VÍDEO

"Gays, latinos, republicanos, velhos, rurais". Biden promete ser o presidente de todos

O presidente eleito dos Estados Unidos fez este sábado o seu discurso de aceitação a partir do estado do Delaware. Joe Biden optou por palavras de união, dirigindo-se a todas as franjas da população norte-americana.

8 nov 2020, 02:13
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VÍDEO

O fogo de artifício e as músicas que se seguiram aos discursos de Biden e Harris

8 nov 2020, 02:12
02:13

Fogo de artíficio que se seguiu aos discursos recorda filho que Biden perdeu

Depois dos discursos de Kamala Harris e Joe Biden, ouviu-se música em Wilmington: “I Won’t Back Down”, de Tom Petty, e “A Sky Full of Stars”, dos Coldplay.

O fogo de artifício que iluminou os céus desenhou o nome do novo presidente dos Estados Unidos, e o número 46, já que Biden é o 46º presidente dos EUA. 

Mas não esqueceu o filho que Joe Biden perdeu, Beau, e que ele também havia referido no discurso. 

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