A coligação internacional liderada por Washington negou esta segunda-feira ter atacado posições do regime de Damasco no leste da Síria, onde 38 combatentes pró-regime foram mortos, segundo uma organização não governamental.

Não houve ataques das forças dos Estados Unidos ou da coligação naquela área”, disse à agência France Presse uma fonte da coligação.

De acordo com o Observatório Sírio dos Direitos do Homem (OSDH), pelo menos 38 combatentes estrangeiros pró-regime de Damasco morreram no leste da Síria.

A agência de notícias oficial, Sana, cita uma fonte militar que atribuiu os ataques que começaram no domingo à noite à coligação norte-americana.

"Trinta e oito combatentes não sírios, membros das milícias leais ao regime, foram mortos durante raides noturnos” na região de al-Hari, indicou o diretor do OSDH, Rami Abdel Rahame.

O local dos ataques fica situado na província oriental de Deir Ezzor, rica em petróleo, na qual as forças democráticas sírias apoiadas pelos Estados Unidos e as forças governamentais apoiadas pela Rússia realizam ofensivas distintas contra o grupo extremista do Estado Islâmico.

Em maio, dezenas de combatentes pró-regime morreram no decorrer de um ataque aéreo contra as posições do exército sírio. O OSDH e os “média” do Estado culparam a coligação norte-americana, mas o Pentágono negou qualquer responsabilidade.