A Renault continua a sua perspectiva de crescimento e expansão em Portugal e prevê aumentar as vendas em 10 por cento em 2008, com o lançamento de 10 novos carros, o que equivale a um lançamento por mês.

Neste contexto, a Renault confirmou, esta quarta-feira em conferenência de imprensa, o seu objectivo de realização de uma margem operacional de 4,5% no presente ano e uma previsão do crescimento das vendas do grupo superior a 10% face a 2007, tal como já tinha adiantado.

Com uma gama rejuvenescida (Clio, Twingo, Laguna, Kangoo) e estendida a novos segmentos (Logan Van, Sandero, Koleos, Grand Modus e Clio Break), a ofensiva do produto, iniciada em 2007, «é o motor de crescimento da Renault».

Também o aumento das capacidades nos mercados internacionais e as parcerias na Índia, Marrocos e na Rússia são os principais factores de aceleração no desenvolvimento da Renault nos mercados automóveis emergentes.

Segundo o administrador delegado da Renault, François Provost, embora com estratégias ambiciosas para 2008, «estamos cientes de dois problemas: ambiente macro-económico desfavorável e volatilidade das taxas de câmbio».

Assim, a Renault prevê vender só durante este ano, cerca de 38 mil carros.

Os modelos que terão relevância, segundo François Provost, serão os novos Laguna, Kangoo Express e Clio Break.

Preocupações ambientais da marca

De forma a oferecer ao maior número de pessoas a mobilidade respeitando o ambiente, a Renault está a desenvolver «vastas» soluções tecnológicas, «limpas» e acessíveis.

«Os veículos eléctricos serão uma realidade em Israel em 2011 e no resto dos mercados em 2012», afirma o presidente da Renault, Carlos Ghosn.

Aposta no «Dacia» já em Abril mantém marca confiante

A Renault lança no mercado o «Dacia» já no mês de Abril.

Esta aposta surge como uma novidade da marca para os consumidores, sendo que se prevê que este modelo contribua bastante para as vendas da marca durante o ano.

Noutros mercados, o «Dacia» tem sido «muito bem aceite» e tem «superado muito» as expectativas. Por exemplo, no mercado francês, as expectativas foram ultrapassadas em 5%.
Redação / Lara Ferin