Os trabalhadores exigem aumentos de 75 euros e vão para a greve. A empresa afirma que podem perder o emprego.

Desta forma, a ausência de um acordo laboral entre a Opel e os trabalhadores da fábrica da Azambuja, que convocaram para quinta-feira uma greve geral de 24 horas, pode ameaçar a sobrevivência a médio prazo da unidade fabril em Portugal, uma vez que a produção em curso da Combo está prevista terminar em 2008, e Portugal ainda não garantiu a produção do próximo modelo, uma decisão que será tomada no decorrer deste ano.

Segundo o porta-voz da Opel, Miguel Tomé, a «fábrica da Azambuja corre mesmo o risco de não estar preparada para receber a produção da nova Combo», cuja data prevista de arranque é no final e 2008 revela o Diário Económico.

O mesmo sublinha que a fábrica portuguesa é a única que ainda apresenta resistências à flexibilidade laboral, ponto-chave para garantir a sua competitividade e capacidade de resposta ao mercado.