Cinco anos, três treinadores. Jorge Jesus, Rui Vitória, por fim, Bruno Lage.

À margem de uma sessão de autógrafos na loja anexa ao Estádio da Luz da marca desportiva parceira do Benfica, Jonas foi convidado a identificar qual dos três mais o marcou.

O «pistolas» falou sinteticamente sobre cada um, mas alongou-se mais sobre o primeiro de todos. «Taticamente, o Jorge Jesus dispensa comentários. Quando eu cheguei aqui, ele retirou de mim um futebol em que nem eu acreditava», afirmou, confidenciando ter falado recentemente com o atual treinador do Flamengo.

«Se ele me convidou para ir para lá? Não. Na verdade ligou-me nas férias. Ele já estava no Rio e perguntou-me se eu ia terminar a carreira e eu disse que sim.»

Sobre Lage, Jonas frisou a importância que o técnico setubalense teve nos últimos meses. «Foi aquele com quem trabalhei menos, mas foi importante nesta reta final da minha carreira. Eu estava num momento difícil e uma conversa mudou tudo», disse, já depois de reiterar ter pensado em abandonar os relvados logo em janeiro ou fevereiro.

David Marques