O responsável pelas juntas médicas da Caixa Geral de Aposentações, Camilo Sequeira, explicou, em declarações à TSF, que não teve «qualquer tipo de dúvida» em relação ao professor de Filosofia Artur Silva, que foi obrigado a dar aulas, apesar de estar sem voz devido a um cancro na garganta, que viria a causar-lhe a morte.

«Todos os processos passaram pela minha mão e eu concordei com a decisão: não estava totalmente incapaz para trabalhar», esclareceu aquele responsável.

Recorde-se que Artur Silva se encontrava em afonia total e incurável, e considerava, por isso, estar incapaz de exercer as suas funções.
Portugal Diário