Marilyn Monroe, um dos maiores ícones do cinema. Caso fosse viva, teria feito 91 anos. Nasceu a 1 de junho de 1926.

Nunca se soube a causa da morte de Norma Jean, nome verdadeiro da atriz, mas a vida da loira mais desejada do mundo do cinema continua a deslumbrar muitas pessoas em todo o mundo.

A atriz nasceu morena e, depois de uma infância vivida em orfanatos, casou-se pela primeira vez aos 16 anos com James Dougherty. Foi aos 20 anos, e após ter entrado para a 20th Century Fox, que pintou o cabelo e tornou-o numa das suas imagens de marca.

A vida amorosa de Marilyn sempre deu que falar. Depois de se divorciar do primeiro marido, casou-se com o jogador de basebol Joe Di Maggio, casamento que durou apenas dez meses. Passados dois anos, foi a vez de Arthur Miller, dramaturgo, a tornar-se esposo da atriz.

 “Os Homens Preferem as Louras” (1953), “O Pecado Mora ao Lado” (1955) e “Quanto Mais Quente Melhor” (1959) foram os filmes mais emblemáticos da carreira da loira que, com uma voz sensual e postura extravagante, cantou “Diamonds are a Girl’s Best Friend”.

A loira dos lábios vermelhos que em “The Seven Year Itch” interpretou a famosa cena do vestido voador, foi capa do primeiro número da revista Playboy, em 1953.

Segundo um artigo do jornal Huffington Post, embora interpretasse sempre o mesmo tipo de personagens, "loiras burras" e superficiais, a atriz tentou entrar em filmes em que não fosse só a beleza que chamasse a atenção. Marilyn queria representar papéis que pudessem mostrar a boa profissional que era, após ter estudado representação em Nova Iorque no Actors Studio com Lee Strasberg. Tudo tentou para ser mais do que um corpo bonito. Algo que nunca viu concretizado em vida.

Quatro meses antes de morrer, Marylin Monroe cantou o famoso “Happy Birthday Mr. President” ("Parabéns, senhor presidente") a John F. Kennedy. Isto fez levantar rumores de que teriam um caso.

No dia em que foi encontrada morta em casa, rodeada de caixas de comprimidos, o rumor ganhou mais força devido à suspeita de que agentes do FBI pudessem ali ter estado à procura de informações. No entanto, a causa da morte da diva, ainda está por descobrir.

Já depois de morrer muitos foram os artistas que se inspiraram na atriz e cantora. Esta influência pode ser vista nas pinturas de Andy Warhol ou em algumas músicas de Madonna.

Também o cantor Elton John contou a história de vida da atriz através da canção “Candle In The Wind”.