Segundo Barroso, a Europa «perdeu dois dos seus expoentes culturais».

Segundo a agência «Lusa», a morte do realizador sueco Ingmar Bergman «significa que a Europa perdeu um dos seus grandes expoentes culturais», já que desapareceu «uma das luzes orientadoras do cinema europeu».

«A sua contribuição para a cultura europeia e a arte cinematrográfica é inesquecível», afirma o presidente do executivo comunitário, que sublinha no «vasto trabalho» do realizador a «busca pela compreensão e interpretação da complexidade do espírito humano».

Ainda segundo Barroso, a Europa perde também «um dos seus grandes artistas» com o desaparecimento de Antonioni, que «desempenhou um papel de relevo no desenvolvimento do cinema na Europa e em todo o Mundo», sempre em busca de «novas formas de expressão que resultaram em obras de arte» como «Blow Up» e «Zabriskie Point».

Nascido a 14 de Julho de 1918 em Uppsala, a norte de Estocolmo, Ingmar Bergman faleceu segunda-feira aos 89 anos, em Faarö, Suécia.

Michelangelo Antonioni, que em 1995 recebeu um Óscar de carreira e em 1997 o Leão de Ouro de carreira em Veneza, faleceu segunda-feira em Roma aos 94 anos.