As buscas relacionadas com os negócios entre FC Porto e Portimonense, por suspeitas de corrupção desportiva, fraude fiscal e branqueamento de capitais, acabaram por não ser realizadas esta quinta-feira, apesar de terem sido emitidos os mandados.

Foi esta a justificação para a TVI e outros órgãos de comunicação terem referido que o motivo das buscas seria esse e não o alegado falso teste negativo de Nakajima à covid-19, que veio posteriormente a ser confirmado no comunicado do Ministério Público.

A TVI sabe que há dois inquéritos criminais a decorrer: o que nasceu há três anos e que envolve os negócios entre os dois clubes e o que visa as suspeitas dos crimes propagação de doença, alteração de análise ou de receituário, caso o jogador tenha viajado infetado, com um teste falso.

Esta quinta-feira, a Polícia Judiciária e o Ministério Público acabaram por executar apenas os mandados de busca relacionados com este segundo inquérito.

Henrique Machado