O Benfica enfrenta esta quinta-feira o Glasgow Rangers para Liga Europa, depois de uma derrota fora de casa com o Boavista por três bolas a zero. A equipa das águias deu sinais de desgaste e o técnico encarnado deu sinais de que a rotação do plantel vai acontecer.

“Já frente ao Standard de Liège já tinha rodado seis jogadores”, recordou Rui Pedro Braz, que acredita que a zona central da defesa vai ser a área privilegiada por Jorge Jesus, sublinhando que as mudanças não vêm só fruto do cansaço, mas sim fruto de algumas más exibições.

Jan Vertonghen está a ter muitas dificuldades, não só para em entender a forma de defender à zona do Benfica, mas também para interpretar a linha defensiva subida com que Jorge Jesus quer que a sua equipa jogue”, explicou o comentador. “É um jogador a rever, tem estado alguns furos abaixo daquilo que se espera de um internacional belga.”

Sobre a zona do meio campo, o especialista desportivo frisou que os médios centro do Benfica Gabriel e Taraabt “jogam a gasóleo”.

Taraabt com a bola no pé é um jogador genial, mas no processo defensivo deixa muito a deseja”, considerou.

FC Porto bate Marselha de Villas-Boas

O Futebol Clube do Porto venceu o Marselha, de André Villas-Boas, por 3-0. Com esta vitória, a segunda em casa, os dragões ficam isolados no segundo lugar do grupo C, com seis pontos.

Para Rui Pedro Braz, a exibição “superlativa” dos dragões é demonstrativa de uma equipa com “ADN de Champions”.

FC Porto sente-se no seu habitat natural na Liga dos Campeões”, afirmou o comentador. “André Villas-Boas foi verdadeiramente ‘amassado’ no dragão, a sua equipa passou mal.”

Sporting tenta fazer mais com menos

O Sporting é o atual líder do campeonato, com 16 pontos, mais um do que o rival Benfica. As mais recentes exibições dos leões têm sido muito elogiadas, apesar de um plantel relativamente mais barato do que o dos seus rivais mais próximos.

Nuno Dias apontou o dedo a Rúben Amorim como o “culpado” desta recente campanha do Sporting. “Com pouco dinheiro e com poucos recursos, contratou bem e fez uma boa equipa”, frisou.

Para o comentador, essa subida de rendimento só foi possível graças ao regresso da filosofia do “regresso ao seu ADN”, que tem como base a academia. “O que se vê na equipa de Rúben Amorim, é que é uma equipa jovem que joga bom futebol”.