Estávamos a 25 de novembro quando o mundo parava com a notícia de que, aos 60 anos, o antigo jogador do Boca Juniors, Sevilha, Barcelona e Nápoles, Diego Maradona, tinha morrido.

Vítima de uma paragem cadiorrespiratória, segundo o jornal "Clarín", a lenda do futebol sentiu-se mal pela manhã e voltou a deitar-se, levando a que os seus cuidadores ficassem preocupados com o seu estado de saúde e chamassem os serviços de emergência. 

No local, os paramédicos já não conseguiram reanimar Diego Maradona. Terminava ali, na Argentina, a vida de uma lenda, que ficou marcada pelo sucesso nos relvados e a decadência fora deles, associada ao consumo de drogas.

No início do mês de novembro, Maradona tinha sido submetido a uma intervenção cirúrgica ao cérebro, para tratar um hematoma subdural, depois de ter sido internado de urgência, com anemia, desidratação e depressão. 

Maradona: o génio da bola

Maradona nasceu em Lanús, na província de Buenos Aires, a 30 de outubro de 1960, tendo atingido o estatuto de lenda do futebol no decorrer da sua vida.

Com a bola "amarrada" ao pé esquerdo, Diego conquistou o mundo do futebol, carregando na sua canhota todos os sonhos argentinos até à vitória no Mundial de 1986, assim como os maiores desejos dos napolitanos, contra os abastados do norte de Itália, com a conquista de dois improváveis títulos de campeão que venceu com a camisola do Nápoles.

Diogo Assunção