O Tribunal Arbitral do Desporto deu razão ao Sporting no caso Palhinha e anulou o cartão amarelo mostrado ao médio leonino a 25 de janeiro, pelo árbitro Fábio Veríssimo.

Rui Pedro Braz considera o caso, ocorrido durante um jogo frente ao Boavista, nas vésperas de um derby com o Benfica, “uma aberração”. O comentador insiste ainda que “não há qualquer discussão” sobre o cartão ter sido mal mostrado e que até o árbitro concorda com essa noção.

O futebol tem regras muito próprias. Qual é o setor de atividade em que alguém pode ser vítima, júri, juiz e executor? Um árbitro é simultaneamente tudo isto”, frisou.

O comentador do Mais Bastidores sublinhou ainda que, “numa situação normal”, o Sporting não iria recorrer da decisão e só o fizeram por estarem a luta pelo título e por ir defrontar um jogo frente ao Benfica.

Sobre o caso de Rúben Amorim, Rui Pedro Braz diz sentir que “há demasiada gente a querer fazer disto uma novela”.

Não é uma ordem dos Médicos, não é uma Ordem dos Advogados, estamos a falar de futebol”, revelou.

O Benfica anunciou ter celebrado uma parceria comercial com vista às venda do naming do Estádio da Luz e também do centro de treinos do Seixal, o Benfica Campus.

Rui Pedro Braz considera que a altura ser para fazer este tipo de acordos teria sido no momento da construção destes estádios. O comentador afirmou ainda que as marcas do Benfica, FC Porto e Sporting são demasiado enraizadas para que os adeptos começam a chamar os estádios pelo nome das marcas.

João Guerreiro Rodrigues / JGR