Depois de mais de dois meses de paragem, a Liga Portuguesa está prestes a regressar aos relvados, na próxima quinta-feira, com os jogos à porta fechada. Algo que, para Rui Pedro Braz, poderá indicar um tratamento "desigual"  entre o futebol e outras áreas.

Primeiro ouvimos Carlos Pereira (presidente do Marítimo) a manifestar o seu desagrado perante as multidões nas praias. Afirmando que, perante essa situação, ia pedir público nos estádios. Agora também António Salvador veio a público falar sobre a situação”, referiu.

O comentador sublinha ainda que, apesar de a situação ser “demasiado complexa” para se tomar uma decisão, o facto de o festival do Avante se realizar, as celebrações religiosas e a reabertura dos espaços comerciais, poderá ser indicar alguma “discriminação”.

Já Nuno Dias mostrou-se cético em relação à possibilidade de começarmos a falar na reabertura dos estádios.

"É perigoso criar nos adeptos a expetativa de que vai haver público nos estádios", afirmou.

As eleições no Futebol Clube do Porto foram outro dos temas em destaque nesta edição do Mais Bastidores. Rui Pedro Braz considera que a grande notícia sobre o processo são as declarações de Pinto da Costa sobre uma eventual candidatura de Rui Moreira, presidente da Câmara Municipal do Porto.

Jorge Nuno Pinto da Costa sempre disse que nunca iria apontar nenhum para o suceder, mas acaba de o fazer ao revelar que não se recandidatar caso Rui Moreira tivesse de avançar”, disse.

Questionado sobre se o atual presidente da câmara do Porto é unânime para suceder o histórico líder portista, Rui Pedro Braz lembrou que, neste momento, “nem Pinto da Costa é unânime no Porto".

/ JGR