A luta pelo título continua este sábado: FC Porto e Benfica sobem ao relvado para a 24ª jornada da liga.

A equipa de Bruno Lage vai ao Bonfim jogar com o Vitória de Setúbal.

Sobre a posição do Benfica no campeonato,  o comentador Nuno Dias alerta que se o Benfica perder pontos primeiro que o FC Porto, pode complicar o caminho para a renovação do titulo.

"É no detalhe que se faz a definição dos campeonatos e o Benfica não pode desperdiçar pontos", explica Nuno Dias..

Há consciência plena que o Benfica não pode facilitar mais”, considera o comentador.

Sobre as alterações do técnico benfiquista ao plantel, o comentador Luís Vilar considera que "é inegável dizer que sempre que Bruno Lage mexe na equipa, a equipa piora”.

Substituição atrás de substituição, o Benfica vem piorando", considera o comentador.

Luís Vilar acrescenta ainda que, "na sua humilde opinião", o Benfica joga mal com Vinicius e Diego.

 No Sporting já se prepara a nova temporada. O nome de Mário Branco está a ser apontado pela imprensa desportiva para o cargo de diretor geral, mas Nuno Dias desmente.

Em relação às declarações de Figo sobre a contratação de Rúben Amorim, Luís Vilar defende que a gestão do futebol tem de ser mais profissional e as decisões têm de ser tomadas com base em dados concretos, e não em especulações.

Parece-me que quando não se tem estratégia, qualquer treinador serve“, diz o comentador.  

Luís Vilar considera ainda que Ruben tem muita inteligência emocional.

Pedrinho vai estar em Lisboa já no inicio da próxima semana para fazer exames médicos e assinar contrato pelo Benfica até 2025.

Nuno Dias avança que o jogador de 21 anos é o primeiro reforço da próxima época e que "há uma grande expectativa".

Sobre a eventualidade de Jorge Jesus voltar ao Benfica, Luís Vilar considera que “é uma cambalhota, um triplo mortal à retaguarda fantastico”

Relembra ainda que o técnico não saiu do Benfica por falta de resultados, mas admite que o Benfica não tenha mudado de estratégia.

“O nome de Jorge Jesus vai estar sempre associado a um regresso a Portugal”, considera Nuno Dias.

/ RL