O FC Porto está nos quartos de final da Liga dos Campeões, depois de ultrapassar a Juventus de Cristiano Ronaldo, em Turim.

Cândido Costa considera que os dragões devem “colocar os olhos na próxima eliminatória e no próximo jogo”, e compreender que esta passagem “significa mais responsabilidade”. No entanto, o comentador destacou a união e garra dos azuis e brancos que, no decorrer do jogo, atuaram sempre “como se de uma família se tratasse”.

A dada altura percebemos todos que não era por eliminar a Juventus, mas era por uma causa. Só assim é possível vencer a toda poderosa Juventus”, explicou o antigo jogador do FC Porto.

O comentador da TVI sublinha ainda que a passagem não foi um ato isolado de coragem. No primeiro jogo, relembra, o FC Porto “vulgarizou a Juventus” com uma vitória por 2-1.

Rui Pedro Braz afastou-se da ideia que as equipas de Sérgio Conceição só valem para “entrega, pela raça e pela abnegação” e insiste que os planteis do técnico “jogam bom futebol”.

Tudo o que é feito pela equipa tem um propósito. Os jogadores sabem que terrenos pisam. Os jogadores sabem aquilo que têm de fazer. Notou-se que a equipa, mesmo com um a menos, nunca naufragou”, frisou.

FC Porto é a única equipa portuguesa com ADN da Champions”, destacou.

Houve ainda espaço para rasgados elogios a Sérgio Oliveira, médio do FC Porto que marcou o golo que carimbou a passagem para os quartos. Para Rui Pedro Braz, este é um dos jogadores “que melhor caracteriza aquilo que é a mística dos dragões”.