"Sempre assumimos que o acordo tem de respeitar os interesses dos trabalhadores, tem de resolver situações que possam existir e ser contempladas sem que isso contemple o banco de horas ou a adaptabilidade", explicou Francisco Braz.




"Vamos continuar [a lutar] aqui e noutros locais do país", frisou o sindicalista, defendendo que o futuro são "as 35 horas para todos sem aditivos".