A Fundação Calouste Gulbenkian decidiu pôr termo à negociação que decorria com o grupo chinês CEFC para a venda da Partex, por considerar que não existem condições para continuar negociações, mas não desiste da alienação da petrolífera.

Na sequência das notícias recentes vindas a público sobre a situação do grupo chinês e face à incapacidade desta empresa em as esclarecer cabalmente junto da Fundação, concluiu-se que não existem condições para continuar as conversações", anunciou em comunicado a Fundação Calouste Gulbenkian.

No entanto, esclarece que mantém "inalterada a sua opção estratégica relativamente à nova matriz energética", pelo que "a Fundação dará continuidade ao processo de venda da Partex, tendo em conta os melhores interesses da Fundação e da empresa."

Em fevereiro, em uma entrevista ao Público, o presidente da PartexAntónio Costa e Silva, anunciou que a empresa decidiu deixar de investir em Portugal e que não vai contestar a rescisão dos contratos com o Governo para exploração e prospeção de petróleo.