Na primeira intervenção durante o debate quinzenal, o líder dos comunistas, Jerónimo de Sousa, disse que o PCP já avançou com o pedido de apreciação parlamentar do decreto-lei que prevê a descida da Taxa Social Única (TSU).

Jerónimo de Sousa falou dos “problemas que subsistem no país” como os “baixos salários” que são uma “fonte de injustiça social”, resultam em “fracas reformas” e são um “entrave” ao crescimento económico.

E insistiu que o “PCP não abdica de lutar pela valorização dos salários e pela concretização os 600 euros no salário mínimo". A TSU "não pode ser moeda de troca", assegurou ainda Jerónimo de Sousa, não se esquecendo de referir a "coerência" do PCP e a "incoerência" do PSD.

"Quem tem calos não se mete em apertos" frisou o líder do PCP. "O problema não está no PSD. Está no Governo que decidiu a redução da TSU em prejuízo do orçamento da Segurança Social e do Orçamento do Estado para 2017", disse.