«O Governo da República vai ter que exigir ao governo americano que cumpra o acordo estabelecido. Se assim não for, com certeza que ficaremos sempre muito mal, porque se não houver contrapartidas do governo americano, então o governo português também não terá que disponibilizar tudo aquilo que tem disponibilizado até agora», frisou.












«Muitas das situações de transferências gradativas de setores económicos da Terceira para São Miguel terão de ser revisitadas, sob pena de esvaziarmos a ilha Terceira e o equilíbrio interno que interessa à própria autonomia», frisou.