este «é o primeiro passo» para acabar com o memorando

O presidente do Eurogrupo destacou que, «há flexibilidade no programa e faremos o melhor uso dessa flexibilidade, acordada com as instituições gregas».




«Isto não quer dizer que o governo grego não possa encontrar outras medidas, mas elas terão de ser financiadas, totalmente, para atingir os mesmos objetivos», declarou. E deixou claro: «Empréstimos e condições andam sempre de mãos dadas».

«Todos concordamos com a necessidade de ser preciso debatido um novo programa. Porque este - se for acordado - termina daqui a quatro meses».




bases do acordo

FMI acompanhará reformas que a Grécia terá de apresentar

disse que a instituição vai acompanhar

«O FMI olha para este acordo como um conjunto de fases e prazos para que o trabalho seja feito. Estou muito satisfeita que o trabalho possa realmente avançar».




Ainda falta «muito trabalho»

«Este acordo é do interesse não só da Grécia e dos cidadãos gregos, mas também é do interesse da zona euro e dos cidadãos dos países do euro».