A AHRESP considera que, apesar das melhorias, o verão de 2021 terá ficado “bastante longe do nível de atividade de 2019" e defende medidas de apoios às empresas de hotelaria e restauração afetadas por fortes quebras de faturação.

Apesar de haver algum sentimento de melhoria na procura e no consumo nos estabelecimentos de restauração, similares e do alojamento turístico, fruto do aliviar das medidas de restrição aplicadas em Portugal e nos principais mercados emissores [devido à pandemia de covid-19], será de esperar ainda que o balanço deste verão fique bastante longe do nível de atividade de 2019", disse a AHRESP no seu boletim diário.

A Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal afirmou que as empresas de restauração e hotelaria continuam numa situação difícil, pelo que defende que é de "manter ou reativar os apoios às empresas", afetadas por "mais de um ano e meio de quebras drásticas na faturação".

A AHRESP disse esperar que a situação seja "finalmente ultrapassada no ano de 2022", mas também considerou que essa é uma perspetiva otimista e que os cenários mais realistas apontam para a recuperação apenas em 2023 ou 2024.

Agência Lusa / HCL