"Não pode haver acordo na tarifa dos táxis sem a participação, e o aval dos consumidores através de quem os representa", afirma aquele especialista em direito do consumidor, citado pela Lusa.


"Só com a presença dos consumidores através dos seus representantes haverá condições para produzir uma convenção que, para além de respeitar a lei, respeite também todos os interesses em presença - e não apenas os dos taxistas", sublinhou.






"A negociação relativamente ao ano de 2015 está neste momento em curso, foi apresentada uma proposta pela ANTRAL [Associação Nacional dos Transportadores Rodoviários em Automóveis Ligeiros] e pela FPT que não mereceu a concordância da DGAE e aguardamos a contraproposta", disse.


"A DGAE nunca respondeu à APDC, mantendo-a afastada das negociações que prosseguem com a ANTRAL e a FPT, contrariando a lei", considera Mário Frota.