“Vamos continuar a luta anti-portagens com uma ação em dezembro para assinalar a passagem dos quatro anos sobre a aplicação de taxas na A22, numa altura em que se abre um ciclo de esperança com a formação de um novo Governo”, disse à agência Lusa José Domingos, membro da CUVI.






“O importante é que se encontre uma solução justa que não penalize a população e as empresas do Algarve”, destacou.


“Só este ano, entre 01 de janeiro e 21 de outubro, ocorreram 7.943 acidentes, dos quais resultaram 32 mortos, mais 12 do que em 2014 e mais 15 do que em 2013. O novo Governo não deve e não pode fechar os olhos a esta tragédia”, concluiu.