António Costa já reagiu aos números do crescimento da economia portuguesa, que segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE) cresceu 2,8% face ao homólogo no primeiro trimestre. O maior ritmo em dez anos.

Para o primeiro-ministro estes resultados confirmam que "a prioridade dada à reposição dos rendimentos das famílias portuguesas não comprometeu a nossa competitividade. Pelo contrário reforçou a coesão e a confiança".

Indicadores que tal como outros, por exemplo da redução do desemprego, dão confiança ao chefe de Governo "para que também se traduzam na avaliação que os outros fazem sobre nós".

De acordo com os dados do INE, desde o terceiro trimestre de 2007 que o valor de crescimento da economia, embora baixo, não era tão elevado. E antes de 2007, só tinha chegado aos 2,8%, em termos trimestrais, no segundo trimestre de 2004.

Também o gabinete do seu ministro das Finanças, Mário Centeno, tinha reagido por comunicado para dizer que o "crescimento homólogo [2,8%], que iguala o valor mais elevado deste século, ocorre num contexto onde o défice das contas públicas atingiu o valor mais baixo da democracia, tendência que se mantém no primeiro trimestre de 2017".

Acrescentando que os dados do INE "superam as expectativas traçadas pelo Governo no Orçamento do Estado para 2017 e no Programa de Estabilidade 2017-2021, reafirmando a solidez dos cenários macroeconómicos subjacentes a estes documentos".
 

/ (Atualiza às 13:19) ALM