Depois do anúncio da rival Ryanair, a easyJet estabeleceu novos planos de corte de custos, em resposta à crise do Covid-19, que envolverão a redução de 30% da sua força de trabalho que conta com 15.000 funcionários, noticia o The Guardian citando a Reuters.

O anúncio de cortes acontece uma semana antes da transportadora reiniciar alguns voos, sobretudo rotas no Reino Unido e na França, a 15 de junho.

No comunicado, divulgados esta manhã, o presidente-executivo, Johan Lundgren, diz ainda que a easyJet pode ser forçada a fechar algumas de suas bases, mas atualmente está em negociações com os aeroportos para otimizar sua rede. Uma otimização que contará também com menos 51 aviões na frota até ao final de 20121

Opções estratégicas que têm por base, o facto de companhia se estar a preparar para uma queda prolongada nas reservas, citando projeções da Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA), concretamente as perspetivas de quebra na procura.

“Continuamos focados em fazer o que é certo para a empresa a longo prazo, após as decisões que tomamos nos últimos três meses para enfrentar os desafios do vírus. Embora voltemos a voar em 15 de junho, esperamos que a procura cresça lentamente, retornando aos níveis de 2019 daqui a três anos”, disse Johan Lundgren.

/ ALM