Fernando Ulrich recusou-se a comentar qual será a solução que a instituição financeira pretende dar para cumprir a regulação imposta pelo Banco Central Europeu e que tem a ver com o seu subsidiário em Angola, o BFA.

O BCE quer que o BPI, durante este ano, resolva a situação de ter uma exposição exagerada à dívida soberana de Angola através do Banco de Fomento de Angola, no qual detém 50,1%, correndo o perigo de passar de um rácio de capital (core tier 1) de 12,5% para 10,7%.