"O Governo preferia uma outra alternativa, mas por restrições legais não foi implementada", afirmou Mário Centeno, especificando que essa opção passava pela recapitalização do Banif e pela sua integração na CGD.

O impedimento para a concretização desta hipótese resultou das "restrições relativas às ajudas de Estado em curso no Banif e na CGD", explicou o governante.




Segundo o ministro, "esta opção tinha sido viável em 2012, antes da ajuda de Estado" que foi feita em 2013.


"Este Governo fez em três semanas o que o governo anterior não fez em três anos", lançou o governante.


O ministro vincou que "desde finais de 2012 que a Comissão Europeia mostrava dúvidas sobre a viabilidade do Banif".

E destacou: "O Banif ia numa rota de liquidação. Desde logo, com prejuízos assinaláveis para o emprego dos seus trabalhadores, para os contribuintes e para as economias dos Açores e da Madeira".