O Sindicato dos Trabalhadores das empresas do grupo CGD acusa a Caixa de "querer apagar o tempo" e reivindica que os quatro anos em que os trabalhadores ficaram "constrangidos" pelo programa de ajustamento contem para a carreira.

A Caixa [Geral de Depósitos] está a fazer uma interpretação da lei do Orçamento do Estado que, pode dizer-se singelamente, é a de querer apagar o tempo e os anos em que estivemos constrangidos pelo programa de ajustamento, que neste caso são quatro anos", disse o presidente do Sindicato dos Trabalhadores das Empresas do Grupo CGD, João Lopes, após uma audiência com o grupo parlamentar do PS, pedida pelo próprio sindicato para expor esta situação.

Em causa, estão os anos 2013, 2014, 2015 e 2016, que, segundo o sindicato, "morreram, não existem" para a Caixa.