O BCP terminou o ano de 2020 com menos 191 trabalhadores e 27 agências na sua atividade em Portugal, depois de ter sido o único banco a aumentar o número de funcionários em 2019, foi hoje divulgado.

De acordo com o comunicado acerca da apresentação de resultados (lucros de 183 milhões de euros) hoje enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), o BCP contava, em 31 de dezembro de 2020, com 7.013 trabalhadores, menos 191 que os 7.204 com que fechou 2019.

Em 2020 fecharam 27 agências do BCP em território nacional, já que o número de sucursais passou de 505 para 478.

Na atividade internacional, o grupo, que tem presença na Polónia ou Moçambique, contava no final do ano passado com 10.322, ao passo que em 2019 tinha mais 1.059 trabalhadores, ou seja, 11.381 no total.

Em termos de sucursais, o BCP, no todo do grupo, reduziu-as em 129, já que contava com 1.031 em 2019 e passou a contar com 902 em 2020.

"Os custos com o pessoal, não considerando o efeito dos itens específicos (40,9 milhões de euros em 2020 e 40,2 milhões de euros em 2019), evoluíram favoravelmente, tanto na atividade em Portugal, como na atividade internacional, evidenciando, em termos consolidados, uma quebra de 3,5%, de 628,1 milhões de euros contabilizados em 2019, para 605,8 milhões de euros reconhecidos em 2020", pode ler-se no comunicado enviado pelo BCP à CMVM.

Em 2019, o BCP tinha fechado o ano com mais 109 trabalhadores em Portugal do que em 2018, mas no mesmo período fechou 41 sucursais no país.

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