Mas, Draghi deixou também um aviso: “Isto não é de modo nenhum o fim dos nossos desafios e a recuperação cíclica por si só não resolve todos os problemas da Europa. Não elimina o fardo da dívida que afeta partes da União. Não elimina os elevados níveis de desemprego estrutural que assombram muitos países. E isso não elimina a necessidade de aperfeiçoar a estrutura institucional da nossa união monetária".






"O crescimento potencial está hoje estimado em menos de 1% na zona euro e deverá manter-se bem abaixo das taxas de crescimento anteriores à crise. Isto significaria que uma parte significativa das perdas económicas resultantes da crise se tornaria permanente, com o desemprego estrutural a ficar acima de 10% e o desemprego jovem elevado", disse o líder do BCE.