O crédito desempenha um papel fundamental na promoção do desenvolvimento social e económico da sociedade. Permite aumentar o bem-estar da população, criar empregos, desenvolver negócios e estimular o empreendedorismo de um país. Mas não pode ser a qualquer custo.

O impacto que o crédito tem na sociedade é inegável, mas para que possa funcionar a favor da economia, é necessário que seja ponderado, esclarecido e, acima de tudo, que respeite o princípio do crédito responsável. 

A importância do crédito responsável

Quando uma empresa ou um particular recorre ao crédito para poder cumprir os seus projetos ou objetivos, está a antecipar necessidades como, por exemplo, comprar um automóvel, tirar um curso ou realizar obras na empresa. Mas esta antecipação tem uma contrapartida: os juros. Segundo o Portal do Cliente Bancário, os juros representam o preço do dinheiro e correspondem à remuneração pelo capital emprestado durante determinado período. Logo, quem recorre a um crédito tem de pagar um juro (um custo) para ter acesso a esses fundos. 

O cliente faz um contrato com a instituição que concede o crédito, comprometendo-se a pagar uma prestação mensal, durante o prazo estabelecido, que inclui o capital que pediu emprestado, juros, impostos e outras despesas que lhes estejam associadas. Por este motivo, aderir a um crédito é um ato de responsabilidade, que requer uma decisão consciente.

Como funciona o crédito responsável?

Por detrás do crédito responsável está uma ideia simples: consumidor e instituição de crédito devem agir de forma consciente, tendo em consideração os interesses e as necessidades de ambas as partes, com o objetivo de evitar prejuízos para o consumidor, a instituição de crédito e a economia. Ninguém sai a ganhar quando um cliente deixa de conseguir pagar as prestações mensais.

Este compromisso deve ser seguido em todo o ciclo de vida do crédito, desde o momento em que está a negociar as suas condições até ao dia em que reembolsará a última prestação.  

Um compromisso consciente

À instituição que cede o empréstimo cabe o papel de fazer uma análise de risco apurada para confirmar a sua capacidade financeira para cumprir o pagamento das prestações. É normal, saudável e faz parte das suas funções, devendo assegurar a estabilidade financeira de todos os envolvidos. 

Entre vários aspetos, a análise irá avaliar se tem antecedentes de incumprimento, qual a sua taxa de esforço (percentagem do rendimento que é direcionado exclusivamente para o pagamento de prestações de crédito), se existe património disponível, que garantias pode dar e qual é a sua relação com a instituição.

A Cofidis, presente há 25 anos no mercado nacional, defende o crédito responsável e a transparência na informação, razão pela qual disponibiliza no seu site explicações úteis sobre crédito ao consumo, que pode consultar a qualquer momento. Todas as informações e todos os esclarecimentos são prestados com uma linguagem simples, acessível, sem letras pequeninas e sem medo de falar de crédito de forma objetiva. 

Que cuidados deve ter como cliente?

Enquanto cliente, antes de avançar para um crédito – e durante a sua vigência –, há alguns fatores a analisar que contribuem para contratar um empréstimo com responsabilidade. A saber:

  1. Avalie a pertinência do crédito. Nem todos os empréstimos são absolutamente necessários. Será que precisa realmente de recorrer ao crédito para concretizar esse objetivo? Vale sempre a pena fazer esta pergunta a si próprio uma, duas ou três vezes. Se chegar à conclusão de que é absolutamente necessário, siga para o próximo passo.
  2. Faça contas. Deve ponderar se a sua condição financeira permite adicionar esta despesa ao orçamento familiar, agora e no futuro. Lembre-se de que um crédito é uma despesa permanente até à prestação final. 
  3. Preste informações verdadeiras. Quando está a negociar as condições do crédito, deve facultar os documentos pedidos, especificamente relativos aos rendimentos e às despesas. Mas tão importante quanto isso é não omitir informações sobre a real situação financeira da família, para que a instituição possa avaliar corretamente o risco do seu empréstimo.  
  4. Analise a informação. Antes de se comprometer com um crédito, deve ler atentamente as condições do mesmo. Nomeadamente, a Ficha de Informação Normalizada Europeia (FINE), no caso de crédito à habitação, e a Ficha de Informação Normalizada (FIN), no caso de contratos de crédito aos consumidores. Estes documentos descrevem as principais características do empréstimo, como a duração do mesmo, o regime de taxa de juro (se é fixa ou variável), o valor da prestação, as garantias exigidas, as comissões e os encargos em caso de falta de pagamento. Coloque todas as dúvidas à instituição com a qual está a contratar o crédito.
  5. Compare diferentes opções. Antes de tomar uma decisão sobre o crédito a contratar, informe-se sobre produtos de crédito alternativos. Solicite à instituição a FIN para conhecer as características do produto de crédito, analise as condições dos diferentes produtos e os compromissos financeiros inerentes.
  6. Cumpra os pagamentos pontualmente. É um dos passos mais importantes do crédito responsável. Deve pagar pontualmente as prestações e, se estiver com dificuldades em realizar os pagamentos, comunique à instituição de crédito para que possam encontrar uma solução para evitar o incumprimento.

Lembre-se de que as instituições de crédito têm o mesmo dever de transparência e a obrigação de facultar toda a informação de que necessita, a qualquer momento.

Crédito simples, útil e com impacto social

Nos últimos 25 anos, a Cofidis já ajudou mais de 28 mil parceiros de negócio, desenvolvendo soluções de crédito para facilitar a aquisição de bens e serviços, contribuindo para aumentar as suas vendas e potenciar os seus negócios. Ao mesmo tempo, ajudou mais de um milhão de clientes a realizarem os seus projetos e a concretizarem os seus sonhos. Mas sempre de maneira responsável, por forma a evitar o sobre-endividamento das famílias e das empresas.

Para conseguir estes objetivos, a Cofidis apoia-se nos seus valores intrínsecos: simplicidade, utilidade e vontade de gerar impacto social.

  • Simples. A transparência é essencial e a linguagem económica é, por vezes, muito complicada. No entanto, a Cofidis procura desconstruir esses termos e explicar toda a informação, para que qualquer pessoa consiga entender.  
  • Útil. Mais do que atribuir crédito, a Cofidis quer trazer valor acrescentado aos seus clientes e à comunidade. Para tal, desenvolveu serviços e ferramentas que impulsionam a capacitação digital nas empresas e a literacia financeira nos consumidores (através do site contasconnosco.pt).
  • Impacto social.  A Cofidis está empenhada em deixar a sua marca no mundo, promovendo o impacto social e o desenvolvimento sustentável ao seu redor, quer seja ajudando as pessoas a realizarem obras em casa, quer seja viabilizando a evolução de um negócio e, com isso, gerar emprego e possibilitar uma melhoria na qualidade de vida dos portugueses.

O crédito é, assim, uma peça fundamental no desenvolvimento das pessoas, das comunidades e da economia, mas para contribuir de forma positiva, deve ser utilizada de modo responsável e consciente. 

 

/ Conteúdo Patrocinado pela Cofidis