Comissão

ajuste direto


"Lamentamos o facto de o processo estar a ser conduzido desta forma. O Governo não está legitimado a um mês das eleições para fazer isto. A forma do ajuste direto não é a mais transparente"





"Toda a gente sabe de tudo e mais alguma coisa, exceto os trabalhadores que temem ter os seus postos de trabalho em risco (…). Vamos pedir informação ao conselho de administração e ajuda aos autarcas (…). Com o Governo é muito difícil falar. Em três anos conseguimos uma reunião e foi preciso acampar à porta", referiu Mário Ramos.



"Se não existiram antes - ou existiu uma que desistiu - empresas interessadas, é agora que vão aparecer? Esperamos que não haja aqui manobras menos claras", declarou, por sua vez, Pedro Silva.






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"A empresa vai entrar em colapso. Esperemos que seja acelerado o processo de admissão de mais pessoal", resumiu Pedro Silva.




Redação / PP