Confederações patronais e sindicais reafirmaram esta quinta-feira a sua posição sobre a fixação do salário mínimo nos 500 euros, em Janeiro de 2011.

À entrada de uma reunião que a ministra do Trabalho pretende ser de relançamento da concertação social, o secretário geral da UGT, João Proença, manifestou a sua disponibilidade para o diálogo social, mas lembrou que «os acordos são para cumprir», cita a Lusa.

«Os acordos são para cumprir e o aumento do salário mínimo nacional (SMN) é fundamental para combater as desigualdades existentes», sublinhou o sindicalista.
Redação