O Sindicato dos Trablhadores da Aviação e Aeroportos (Sitava) defende que a venda da participação detida pela TAP nas Lojas Francas de Portugal tem como objetivo "garantir entrada imediata de capital sacrificando lucros futuros".

A realidade vai-se impondo e as informações começam a fazer cair a máscara daqueles que vão dizendo o contrário. De nada serve que o Presidente do Conselho de Administração venha fazer palestras a negar a evidência (...) quando se torna público que o grupo TAP já começou a vender património", considerou o Sitava.

A TAP, a Vinci e a Dufry chegaram a acordo quanto à venda pela companhia aérea dos seus 51% da Lojas Francas de Portugal à Vinci, mantendo a Dufry a sua participação de 49%.

/ ALM com Lusa