O presidente da Comissão Europeia é um dos nomes apontados para suceder ao director-geral do FMI, Dominique Strauss-Kahn, que apresentou esta quinta-feira a sua demissão, na sequência do escândalo sexual em que está envolvido.

Num noticiário desta manhã da CNN, Durão Barroso foi um dos nomes citados, entre outros prováveis candidatos, para substituir Strauss-Kahn.

«A ministra francesa das Finanças Christine Lagarde é uma forte candidata ao lugar, e se for escolhida será a primeira mulher a liderar o FMI. Gordon Brown também pode ser candidato, foi ministro das Finanças do Reino Unido durante uma década. Depois há o português José Manuel Barroso que tem sido o líder da Comissão Europeia desde 2004», adiantou o correspondente da CNN em Bruxelas, citado pela TSF. Algo que fonte comunitária já veio desmentir, segundo a TVI.

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O próprio Durão Barroso veio ontem dizer que, caso Strauss-Kahn renunciasse ao cargo, seria «natural» a Europa avançar com um candidato para o substituir. «É natural que os países da União Europeia sintam essa responsabilidade de apresentar um bom candidato» para a instituição liderada em Washington, cita a Reuters. E é isso mesmo que Bruxelas vai fazer, algo defendido também por Christine Lagarde e a alemã Angela Merkel.

Barroso acrescentou que a Europa teria mais do que um potencial candidato para o cargo, se ele ficasse vago. O director-geral do FMI sempre foi um europeu, dado que a instituição foi criada depois da Segunda Guerra Mundial. Mas a China e as outras economias emergentes têm uma influência cada vez maior no organismo.

Entretanto, vão crescendo as especulações sobre quem vai ocupar a liderança daquele organismo internacional.

Até lá, é John Lipsky que está aos comandos. Mas será que o próximo senhor FMI vai ser um português?

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Redação / VC