A easyJet retomar alguns voos a partir de 15 de junho. Em comunicado a empresa diz que os os serviços serão operados a partir de Gatwick, Belfast, Glasgow, Edimburgo, Liverpool, Ilha de Man, Inverness, Bristol, Newcastle e Birmingham no Reino Unido.

Adicionalmente, também serão retomados os voos em França desde Nice, Paris Charles de Gaulle, Toulouse, Bordéus, Nantes e Lille, além de operações desde Genebra, na Suíça, Porto e Lisboa, em Portugal, e Barcelona, em Espanha.

 “Os voos serão maioritariamente em rotas domésticas, junto com um número mínimo de rotas internacionais”, frisa a empresa.

A companhia aérea espera aumentar o número de voos “à medida que a procura dos clientes começar a aumentar e as restrições diminuírem”, acrescenta.

Durante o período de confinamento, a frota ficou em terra, mas os aviões foram mantidos em condições de recomeçarem a voar assim que a companhia determinasse que havia condições para tal.

Sobre as condições de segurança, easyJet garante que “foram definidas uma série de medidas adicionais que irá implementar para ajudar a garantir a saúde e o bem-estar de todos os clientes e tripulantes a bordo.” Destas medidas fazem parte a desinfeção rigorosa dos aviões easyJet; os clientes, tripulação de bordo e terra terão a obrigação de usar máscaras; inicialmente também não haverá serviço de alimentação a bordo dos voos, todos operados numa rede de curta distância.

A easyJet retoma a partir de 15 de junho “um pequeno número de voos, principalmente domésticos”, em 20 aeroportos europeus, entre os quais na rota entre Genebra e as cidades de Lisboa e Porto, anunciou hoje a companhia.

Em comunicado, a companhia aérea de baixo custo adianta que as rotas a retomar a partir de meados do próximo mês – após a paragem determinada pela pandemia de covid-19 - serão operadas a partir de Gatwick, Belfast, Glasgow, Edimburgo, Liverpool, Ilha de Man, Inverness, Bristol, Newcastle e Birmingham, no Reino Unido.

“Adicionalmente, também serão retomados os voos em França desde Nice, Paris Charles de Gaulle, Toulouse, Bordéus, Nantes e Lille, além de operações desde Genebra, na Suíça, para Barcelona, Porto e Lisboa, e desde Milão, em Itália”, refere.

Inicialmente apenas focada na reativação de voos domésticos e de algumas rotas internacionais, a easyJet “espera aumentar o número de voos à medida que a procura dos clientes começar a aumentar e as restrições diminuírem”.

“Durante o período de confinamento, a frota ficou em terra, mas os aviões foram mantidos em condições de recomeçarem a voar assim que a companhia determinasse que havia condições para tal”, assegura.

Os voos a retomar em junho estarão sujeitos a “novas medidas de biossegurança”, incluindo a “limpeza e desinfeção rigorosa” dos aviões, a obrigação de uso de máscara para passageiros e tripulação e a ausência de serviço de alimentação a bordo dos voos.

Citado no comunicado, o presidente executivo (CEO) da easyJet, Johan Lundgren, afirma que estas medidas permanecerão em vigor “pelo tempo necessário para garantir que os clientes e a tripulação possam voar com segurança, enquanto o mundo continua a recuperar-se do impacto da pandemia”.

“Continuaremos a avaliar de perto a situação na Europa, para que, quando forem levantadas mais restrições, o plano de voos continue a aumentar ao longo do tempo para atender à procura e, ao mesmo tempo, garantir que estamos a operar com eficiência e em rotas que os nossos clientes desejam”, acrescenta.

A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 325 mil mortos e infetou quase cinco milhões de pessoas em 196 países e territórios.

Mais de 1,8 milhões de doentes foram considerados curados.

Em Portugal, morreram 1.263 pessoas das 29.660 confirmadas como infetadas, e há 6.452 casos recuperados, de acordo com a Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Depois de a Europa ter sucedido à China como centro da pandemia em fevereiro, o continente americano passou agora a ser o que tem mais casos confirmados (cerca de 2,2 milhões contra mais de 1,9 milhões no continente europeu), embora com menos mortes (mais de 130 mil contra mais de 169 mil).

Para combater a pandemia, os governos mandaram para casa 4,5 mil milhões de pessoas (mais de metade da população do planeta), paralisando setores inteiros da economia mundial, num “grande confinamento” que vários países já começaram a aliviar face à diminuição dos novos contágios.

/ ALM