com a aprovação em Conselho de Ministros do Plano Estratégico para as Migrações (2015-2020)

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«Não me alicia de todo a voltar. Encontro-me neste momento a pensar seriamente em criar uma empresa, e, embora ter sede em Portugal tenha algumas vantagens (criar uma empresa é de facto muito fácil), os programas governamentais que existem na Alemanha destinados à criação de startups são muito mais vantajosos. O acesso a investimento privado é também muito maior e mais facilitado», refere.


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«A meritocracia e as oportunidades de carreira não são algo que se possa mudar com uma lei, e um problema de mentalidade e responsabilidade com o trabalho».

«De qualquer forma, se a medida puder ajudar alguns, muito bem», enfatizou.




«Sinceramente, não me alicia voltar. Emigrar é um investimento pessoal que deverá ser considerado a longo prazo. Voltar a Portugal neste momento seria desistir do projeto que me fez sair do país em primeiro lugar».


«Acho que assim como as pessoas saíram naturalmente, só voltarão naturalmente também. Ou seja, quando encontrarem oportunidades interessantes no país, ou acharem que podem ter bom retorno se investirem. Isso vai acontecer quando a economia estiver realmente melhor. Todos queremos isso e esperamos que venha a acontecer tão depressa quanto possível. Resta saber quando»




Portugueses espalhados pelo mundo

‘Relatório Emigração 2013’

Lara Ferin