«A convocatória da assembleia geral da Valorsul é ilegal. Tal como é evidenciado na comunicação feita pelos municípios, esta ação proposta pelos municípios representa mais um meio de contestação política à privatização da EGF sem qualquer relação com assuntos de natureza societária», afirmou a conselho de administração da empresa, numa resposta enviada à agência Lusa.







«Houve cartas com ameaças escritas ao presidente da mesa da assembleia geral. Além disso, a EGF solicitou a realização de uma assembleia geral para pedir a destituição da mesa da assembleia geral. Portanto, uma forma pouca digna de atuar.»


«A EGF solicitou ao presidente da mesa a suspensão da convocatória, alertando-o para a manifesta e flagrante ilegalidade da mesma, uma vez que, entre muitos outros argumentos, a exclusão de sócio não está prevista para as sociedades anónimas, como é o caso da Valorsul, mas apenas para as sociedades por quotas», esclarece a empresa.