A Caixa Geral de Depósitos recusa emprestar os 30 milhões de euros que a Groundforce necessita para garantir a sobrevivência. Sabe a TVI que em causa está a falta de confiança no acionista principal da empresa, Alfredo Casimiro.

Entretanto, o Montepio deu início à execução das ações do empresário, que continua a tentar negociar uma venda direta da sua posição.

TVI sabe que estas negociações estão a ser feitas com a Atitlan, que tem negócios em Portugal nas áreas de agricultura ou imobiliário.

Como último recurso, o Governo admite deixar a Groundforce entrar numa insolvência controlada.

A Pasogal, de Alfredo Casimiro, ainda não tem conhecimento da decisão do banco público, que terá dado o processo por encerrado.

A Groundforce é detida em 50,1% pela Pasogal (cujo acionista maioritário é Alfredo Casimiro) e em 49,9% pelo grupo TAP, que, em 2020, passou a ser detido em 72,5% pelo Estado português e que é acionista minoritário e principal cliente da empresa que presta assistência nos aeroportos de Lisboa, Porto, Faro, Funchal e Porto Santo.

A empresa, que tinha 3.600 trabalhadores, tem atualmente 2.400, 208 dos quais nos aeroportos da Madeira e do Porto Santo.