O custo horário da mão-de-obra aumentou, no segundo trimestre, 4,2% na zona euro e 4,1% na União Europeia (UE), em termos homólogos, com Portugal a apresentar a segunda maior subida (13,5%), segundo o Eurostat.

De acordo com o gabinete estatístico europeu, entre abril e junho, o custo horário da mão-de-obra acelerou face ao primeiro trimestre, quando tinha aumentado 3,7% na zona euro e 3,9% na UE.

Considerando os componentes do indicador, na zona euro, os custos relativos a salários e horas pagas aumentaram 5,2% e os não salariais 0,8%, face ao segundo trimestre de 2019.

Na UE, as subidas foram de 5,3% e 0,1%, respetivamente.

Portugal registou a segunda maior subida do custo da mão-de-obra (13,5%), depois da Roménia (16,1%) e seguido pelo Luxemburgo (12,4%), enquanto em Chipre (-8,6%), na Irlanda (-3,3%) e na Holanda (-1,7%) o indicador recuou.

Portugal com 2.ª menor taxa de ofertas de emprego 

 A taxa de ofertas de emprego recuou para os 1,6% tanto na zona euro quanto na União Europeia (UE) no segundo trimestre, face ao período homólogo, com Portugal a apresentar a segunda menor (0,7%), segundo o Eurostat.

Tanto na zona euro quanto na UE, entre abril e junho, os postos de trabalho disponíveis para desempregados recuou para os 1,6% quer face aos 2,3% homólogos, quer aos 1,9% registados no primeiro trimestre.

Segundo o gabinete estatístico europeu, as maiores taxas de ofertas de emprego foram observadas na República Checa (5,4%), Bélgica (3,1%), Áustria (2,6%) e as mais baixas na Grécia (0,3%), Portugal, Irlanda, Espanha, Polónia e Roménia (0,7% cada).

Face ao segundo trimestre de 2019, os posto de trabalho disponíveis recuaram em 25 Estados-membros, mantiveram-se estáveis na Bulgária e aumentaram 0,1 pontos percentuais em França.

/ RL