Um conjunto de entidades da Administração Pública não entregou ainda às Finanças a informação para descongelamento das carreiras, sendo que o Ministério das Finanças está a tentar obter essa informação "o mais rapidamente possível".

Não haverá prorrogação do prazo adicional. Verifica–se que, de facto, há um conjunto de entidades que não entregou a informação dentro dos prazos estabelecidos. O Ministério das Finanças está a efetuar diligências para obter a informação em falta o mais rapidamente possível", disse hoje fonte da tutela à agência Lusa.

Inicialmente, os serviços da administração pública tiveram entre 4 e 15 de maio para remeterem à tutela as informações sobre os trabalhadores que podem progredir nas carreiras e o impacto financeiro desse descongelamento, que será usado na elaboração do Orçamento de 2018.

Desde logo, os sindicatos da Função Pública (a Frente Comum e a FESAP) consideraram curto o período dado aos serviços, que era pouco mais de uma semana.

Acabado esse primeiro prazo, e por despacho do ministro das Finanças, Mário Centeno, foi dada mais uma semana para os serviços com maior número de trabalhadores até à passada segunda-feira (dia 22), com a tutela a admitir que o processo de recolha se tem revelado complexo.

Já para as entidades de administração local não é dada informação, pelo que se mantém o prazo de 31 de maio.