Os pagamentos em atraso das entidades públicas foram de 490,4 milhões de euros até fevereiro de 2021, menos 120,3 que no final do mesmo período de 2020, foi esta quinta-feira divulgado.

De acordo com a Síntese da Execução Orçamental da Direção-Geral do Orçamento (DGO) esta quinta-feira divulgada, apesar da descida em termos homólogos, o número representa "um aumento de 30,3 milhões de euros face ao final do mês anterior".

Para a evolução homóloga, de acordo com o documento, contribuíram os hospitais EPE (empresa), "que registaram uma redução de 131,2 milhões de euros, atenuado pelos aumentos de 6,6 milhões de euros na Administração Central que não Saúde e de 4,4 milhões de euros na Administração Regional".

Já para a variação mensal o maior contributo também foi dos hospitais EPE, que registaram um aumento dos pagamentos em atraso de 38,4 milhões de euros, desta vez "atenuado pela diminuição na Administração Central que não Saúde (cinco milhões de euros) e na Administração Regional (3,2 milhões de euros)".

Em janeiro, os pagamentos em atraso tinham diminuído 115,5 milhões de euros face ao mesmo mês de 2020, ascendendo no total a 460 milhões de euros.

O défice das administrações públicas em Portugal foi de 1.153 milhões de euros até fevereiro, um agravamento de 2.504 milhões face ao mesmo período do ano passado, divulgou esta quinta-feira o Ministério das Finanças.

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